Rodolfo anuncia compra de terrenos no Cazarin para nova sede da Prefeitura e da Câmara
Investimento do município é superior a R$ 6,2 milhões; não há prazo para início das obras
Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline
O prefeito de Apucarana, Rodolfo Mota (União Brasil), anunciou, nesta quinta-feira (19), a aquisição de dois terrenos que somam mais de 13 mil metros quadrados no Loteamento Residencial Cazarin como uma "reserva técnica" para a construção de um novo Centro Cívico na cidade. O investimento do município é superior a R$ 6,2 milhões. O projeto prevê abrigar, futuramente, as novas sedes do Poder Executivo, da Câmara de Vereadores e também de órgãos estaduais interessados. O ato também marcou a doação de uma área de 3.757 m² pela família Cazarini, dona do loteamento, que será utilizada para a pavimentação e abertura de ruas no entorno do novo complexo. O terreno cedido pela família é avaliado em R$ 1,7 milhão.
-LEIA MAIS: Prefeitura de Apucarana propõe correção salarial de 4,3% para o funcionalismo
“Estamos falando do futuro de Apucarana. Nós temos falado disso: para cuidar das pessoas e construir o futuro. A exemplo do que estamos fazendo com as UBSs, vamos fazer cinco novas unidades, a nova sede do Quartel do Corpo de Bombeiros, a nova sede da Polícia Científica, o Colégio Godomá na Vila Reis, colégios estaduais no Interlagos e Sumatra e três novos CMEIs que estamos começando. A cidade é uma cidade que cresce e olha para o futuro. Estamos pensando em obras que possam, de fato, impactar a vida das pessoas e temos uma última grande área que pode ser desenvolvida perto do centro da cidade, que é a região do Jaboti”, salientou Mota.
Segundo o prefeito, a nova área, localizada nas proximidades do Parque Jaboti, é "a última área grande" disponível em uma região próxima ao centro. Um terreno tem 642,15 m², enquanto o outro soma 13.157,15 m². Como se trata de uma “desapropriação amigável”, não há necessidade de votação na Câmara.
O prefeito confirmou conversas com a Defensoria Pública do Estado e com o Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR) para a instalação de suas sedes no local. Ele também citou o convite para o Ministério Público (mp) para funcionar nesse novo centro cívico. "Temos dois órgãos públicos interessados em levar as suas contruções para esse espaço, tanto a Defensoria Pública do Paraná quando o IDR já sinalizaram que têm interesse em fazer suas obras nesse terreno que a partir de hoje passa a ser da prefeitura. Vamos fazer esse pagamento em dez parcelas para que não fique dívida para o futuro", afirmou o prefeito, acrescentando que o espaço poderá receber o novo paço municipal, Câmara Municipal, Fórum e Ministério Público.
"A gente pensa em um espaço que pode servir para a construção, quem sabe do nosso Fórum, Ministério Público, Delegacia Cidadã, quem sabe a Câmara Municipal que funciona em um prédio todo remendado, e a própria prefeitura que pode ficar para um espaço de escola e ser construida uma nova", salientou.
Embora o ano eleitoral imponha restrições orçamentárias e burocráticas que podem limitar o início imediato das obras estaduais, o município já realizou sondagens de solo e estudos planialtimétricos. Conversas iniciais também foram feitas com o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). "Tudo isso são ideias, são sonhos, são projetos. Mas se a gente não projetar, se a gente não começar a fazer os planejamentos, se a gente não tiver uma reserva de espaço e de área para isso, a gente não faz", ponderou Rodolfo.
A vereadora Eliana Rocha (Solidariedade), vice-presidente da Câmara, destacou o projeto de construção do Centro Cívico. "Nós precisamos, sim, pensar no futuro. Existem obras que são emergenciais e urgentes, mas existem coisas para as quais nós podemos nos programar", assinalou.
REFORMA DO TELHADO
Durante a solenidade, Rodolfo Mota lembrou do anúncio feito na quarta-feira (18) sobre a reforma do telhado do atual prédio da Prefeitura, que receberá investimentos na ordem de R$ 700 mil. "Não é pelo telhado em si ou pelos R$ 700 mil da obra. Você ter uma prefeitura que alaga dentro, a ponto de pingar de uma laje para outra, molhar o primeiro andar, onde os funcionários precisam cobrir os computadores com saco de lixo para não estragar as máquinas cada vez que chove. Então, você falar da troca de um telhado é mais do que a obra, é o que representa isso. Vinte anos de alagamento na prefeitura. Isso não tem lógica, isso não combina com a cidade", disse o prefeito.
Últimas em Apucarana
Mais lidas no TNOnline
Últimas do TNOnline