Preso no MS é suspeito de feminicídio cometido no Natal em Apucarana
Polícia vai pedir perícia em arma apreendida com apucaranense de 31 anos preso após latrocínio no Mato Grosso do Sul; veja
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Um dos três apucaranenses presos em Nova Alvorada do Sul (MS) por suspeita de participação em um latrocínio de um professor ocorrido na última terça-feira (17) é apontado também como autor de um feminicídio em Apucarana na noite de Natal do ano passado. O crime ocorreu na Rua Estados Unidos, no bairro Vale Verde. A vítima, Taina Cristina da Silva, de 23 anos, morreu após ser baleada.
O suspeito é um homem de 31 anos preso na quinta-feira (19) em Nova Alvorada do Sul (MS), a 115 km de Campo Grande. Ele foi detido juntamente com
outros dois apucaranenses de 24 e 25 anos. O trio foi preso pela Polícia Civil
pela morte do professor Luciano Soares, de 41
anos. O crime ocorreu quando os apucaranenses e outros
comparsas tentavam roubar o carro da vítima praticar roubos e furtos em
fazendas daquela região.
O delegado Marcus Felipe da Rocha Rodrigues, chefe da 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana, informou nesta sexta-feira (20), em entrevista coletiva, que o homem de 31 anos já havia sido identificado como possível autor do feminicídio. Segundo Marcus Felipe, a Policia Civil já havia solicitado o pedido de prisão temporária dele após colher informações sobre o crime e havia iniciado diligências para prendê-lo.
O suspeito foi interrogado de forma virtual
pelo crime por policiais de Apucarana e, segundo o delegado, negou a autoria do feminicídio. Ele afirmou que
estava com a família quando ocorreu o crime e disse que não mantinha mais um relacionamento
com a vítima. “Essas alegações não são compatíveis com os elementos de
informações que nós temos no inquérito policial e que motivaram o pedido de
prisão temporária por esse crime”, explica o delegado.
Ele acrescenta que o homem foi preso no MS com duas armas de fogo e que agora irá pedir a perícia desses armamentos. “Uma dessas armas pode ter sido usada no feminicídio em Apucarana”, afirma o delegado.
Na época do assassinato, a família chegou a afirmar que a vítima estava grávida do suspeito. O delegado disse nesta sexta-feira (20), no entanto, que a gravidez acabou não sendo confirmada após exames.
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