Apucarana

Prefeito de Apucarana se pronuncia sobre áudios vazados; entenda

Junior da Femac nega ter feito qualquer pedido neste sentido e destaca que trechos da gravação foram editados distorcendo o contexto da conversa

Da Redação ·
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O prefeito de Apucarana, Junior da Femac (PSD), emitiu nota oficial, nesta quarta-feira
fonte: Assessoria
O prefeito de Apucarana, Junior da Femac (PSD), emitiu nota oficial, nesta quarta-feira

O prefeito de Apucarana, Junior da Femac (PSD), emitiu nota oficial, nesta quinta-feira, anunciando que está tomando todas as medidas jurídicas cabíveis em relação ao vazamento de um áudio que traz uma conversa sua com um vereador da base aliada. O áudio, divulgado após edição e com cortes, exibe trecho em que ele estaria pedindo para que vereadores da base não formalizem a abertura de comissão para investigar um suposto caso de divulgação de conteúdo pedófilo envolvendo o vereador Mauro Bertoli (União Brasil), vice-presidente da Câmara.

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Junior da Femac nega ter feito qualquer pedido neste sentido e destaca que trechos da gravação foram editados distorcendo o contexto da conversa. Segundo o prefeito, a conversa, que foi gravada sem seu conhecimento, ocorreu em maio. Ele afirma que apenas sugeriu que a Câmara aguardasse o desfecho da investigação do Ministério Público em relação ao caso.

“Estou sendo vítima de um crime, que é a gravação de uma conversa particular e vazar isso de forma ilegal, distorcida e com trucagem, como forma de me prejudicar. Esclareço que, em conversa mantida com um vereador, disse que o caso já estava sendo devidamente investigado pelo Ministério Público e pelo Judiciário, na área criminal. Gostaria que as pessoas se colocassem no meu lugar: uma conversa particular foi vazada e agora está sendo editada e divulgada fora de contexto. Adianto que todas as providências jurídicas cabíveis neste caso já estão sendo adotadas”, afirma Junior da Femac.

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A investigação envolvendo o vereador Mauro Bertoli não é recente. O Ministério Público iniciou o procedimento após as eleições de 2020, quando o material suspeito teria sido encontrado em celulares de uso de campanha. O material foi encaminhado pelo MP à Câmara em fevereiro do ano passado.

O prefeito Junior da Femac destacou, na nota, que apoia a investigação do caso, sem politização. “Confio plenamente no Ministério Público e na Justiça, e apoio toda investigação, sem que haja a politização do caso. Como pai de duas meninas, repudio com veemência fatos desta natureza”, assinala.

Na nota oficial, o prefeito reitera que é totalmente contra qualquer tipo de violência contra crianças ou mulheres, terminantemente contra a pedofilia, contra o racismo e o machismo, tanto que em sua gestão mantém diversos programas de defesa e enfrentamento dessas questões.

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“Como gestor público, mantenho várias políticas de enfrentamento da violência contra crianças e mulheres. Como exemplo, cito o Comitê de Escuta Especializada, mantido pela Prefeitura, como forma de evitar a revitimização de crianças e adolescentes, que sofreram algum tipo de violência”, esclarece.

Junior da Femac acrescenta que, na sua gestão como prefeito de Apucarana, mantém psicólogos custeados pelo Município em todas as escolas públicas estaduais para atender crianças e adolescentes. Também disponibiliza políticas públicas de proteção à mulher tais como o “Botão do Pânico” e a “Patrulha Maria da Penha”, custeados pelo município. 

Da mesma forma, afirma o prefeito, a administração municipal promove a distribuição gratuita de kits de higiene íntima visando combater a pobreza menstrual, através do Programa De Bem Comigo.

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