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Prática do skate ganha visibilidade com olimpíadas; assista

Praticantes do esporte em Apucarana avaliam frutos da participação brasileira na competição.

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Estreando nas olimpíadas, o skate consolidou o Brasil como uma potência no esporte. A modalidade faturou nada menos do que 3 medalhas olímpicas e levou a maioria dos atletas brasileiros até as finais da competição, mesmo aqueles que não conquistaram o pódio. Tido por parte da sociedade como algo marginalizado até pouco tempo, o desempenho do skate em Tóquio traz para os praticantes da modalidade a esperança de uma maior visibilidade para patrocínios e principalmente, reconhecimento como atletas. Praticantes do esporte em Apucarana avaliam que os frutos da participação brasileira nestas olimpíadas já estão chegando para o esporte.

Praticante da modalidade há 28 anos, Rogério Rodrigo Lopes, o ‘Febem’, de 38 anos, já disputou diversos campeonatos dentro e fora do Brasil e chegou a ganhar vários, sempre representando Apucarana. Ele avalia que o destaque que o skate ganhou nas olimpíadas traz credibilidade ao esporte. “No Brasil, o skate ainda tem uma visão marginalizada, onde as pessoas acham que jogar bola na rua é normal, mas um cara com um skate fazendo manobras na calçada não. Mas o skate no Brasil tem uma força muito grande e a prova disso é o resultado que os atletas estão trazendo, isso traz credibilidade e um respeito maior para o esporte, que agora, está em alta”, disse o atleta.

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Outro praticante apucaranense do esporte é Wellington Silva, de 17 anos. Ele pratica o esporte há 3 anos e conta que já foi alvo de preconceito por várias vezes. Agora, percebe que as coisas começaram a mudar. “Muitas pessoas que me viam andando na rua e me marginalizavam agora chegam em mim falando que viram as medalhas nas olimpíadas, que entenderam que é um esporte mesmo. A parada do skate é que muita gente não entende esse lado da rebeldia, mas é um esporte como qualquer outro e é o que eu quero para minha vida”, considerou.

Se a visão do esporte para os meninos já é envolta em preconceito, para as garotas que decidem iniciar a prática é um pouco pior, como afirma a praticante de skate Ayumi Miyabe, de 22 anos. “Muita gente me fala que isso não é esporte para menina. Minha mãe mesmo foi contra quando comecei há uns dois anos. Hoje ela me entende e apoia, me leva para os campeonatos. As olimpíadas fizeram muita gente perceber o skate como um esporte importante e eu pretendo continuar praticando, criar uma trajetória dentro deste esporte”, afirmou.

Apucarana investe no skate

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No mês passado, o prefeito Júnior da Femac anunciou que a pista de skate do Complexo Esportivo José Antônio Basso (Lagoão) irá passar por uma ampla reforma e ganhará mais duas pistas na modalidade, uma delas inclusive com medida olímpica. O Complexo de Skate também receberá uma nova pintura, grade de proteção e iluminação. O local foi inaugurado no mês de outubro de 1990.

Assista a matéria completa:

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