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VEJA A ENTREVISTA

Família diz à polícia que vítima de feminicídio estava grávida

A Polícia Civil de Apucarana aguarda resultado do laudo do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar oficialmente a gestação

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A Polícia Civil de Apucarana informou que durante depoimento, nesta segunda-feira (26), familiares da jovem Taina Cristina da Silva, de 23 anos, morta a tiros na região do Bairro Vale Verde, contaram que ela estaria grávida de aproximadamente dois meses, no entanto, os investigadores aguardam resultado do laudo do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar oficialmente a gestação.

O crime aconteceu na noite deste domingo de Natal (25) e, por enquanto, ninguém foi preso. Além de ouvir familiares, a polícia também conversa com testemunhas e não descarta a possibilidade de ser um crime passional.

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O velório acontece na Capela Central e o sepultamento vai ocorrer às 14h desta terça-feira (27), no Cemitério Portal do Céu. "A Polícia Civil está investigando um possível crime passional, mas é prematuro afirmar isso por enquanto. Estamos ouvindo testemunhas, muitas pessoas estavam no local. Existe esse relato de que ela estaria grávida, mas precisamos esperar o exame de necropsia do IML para saber se ela estava grávida ou não", explica Roberto Francisco, investigador da Polícia Civil. Veja:

O crime

Segundo a Polícia Militar (PM), a equipe foi acionada por volta das 19h50. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e os Bombeiros também foram para o local, mas a mulher, que estava caída no meio da rua, já estava sem vida.

Testemunhas contaram para a polícia que um carro se aproximou da mulher e, após uma discussão, dois tiros foram disparados e o veículo saiu em alta velocidade. O Instituto Médico Legal (IML) foi chamado para recolher o corpo. A polícia tenta mais detalhes de quem cometeu o feminicídio.

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A morte de Taina causou comoção nas redes sociais:


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