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    Enfermagem: Profissionais relatam rotina e amor ao próximo

    Enfermeiros de Apucarana e Arapongas falam da profissão

    Enfermagem: Profissionais relatam rotina e amor ao próximo
    Foto por Reprodução
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    Escrito por Silvia Vilarinho
    Publicado em 12.05.2021, 20:53:31 Editado em 12.05.2021, 20:53:20
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    Dedicação, rotina puxada, momentos difíceis e de grandes emoções. Trabalho na linha de frente no combate à pandemia e amor à profissão. Neste dia 12 é celebrado o dia Mundial do Enfermeiro, muitos chamam os profissionais de ‘anjos’. 

     

    Enfermagem: Profissionais relatam rotina e amor ao próximo
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    Rúbia Carla Barreto tem 45 anos e 19 de profissão, a araponguense entrou na área após ver como uma enfermeira zelava de um paciente. Ela então decidiu que também queria fazer a diferença na vida das pessoas. “Eu trabalhava de secretária de um médico em um hospital de Arapongas e há 24 anos começou meu interesse pela profissão pelo simples fato de ver uma enfermeira chamada Marineuza Fernandes cuidando, zelando, aliviando a dor e levando uma palavra de conforto no meio de um desespero. Sempre que eu podia estava no meio da enfermagem e com isso percebi que ali era meu lugar, onde eu posso dar o meu melhor para o próximo”, destaca.

    A profissional trabalha na Vigilância Sanitária de Arapongas, porém, com a pandemia, sentiu a necessidade de fazer ainda mais e agora também atua no Samu. “Sai da minha zona de conforto para estar na linha de frente, para poder cuidar das necessidades humanas em um período em que nos encontramos vulneráveis. Para mim está sendo muito gratificante, mesmo tendo que muitas vezes ficar distante das pessoas que amamos, pois somos considerados riscos para as pessoas. Em casa tive que criar uma logística, pois tenho dois filhos, Nicolas 16 anos e Luísa de 6 anos, sempre que eu chegava em casa vinham de encontro comigo para me abraçar, no começo não entendiam, mas tomo todo o cuidado possível, pois meu medo maior é contaminar as pessoas ao meu redor. Muitos me chamam de louca por estar retornando para assistência no meio da pandemia, e eu garanto que foi a melhor escolha que fiz. Utilizamos todos os EPI'S adequadamente para nós proteger e assim proteger todos que amamos”, detalha. 

     

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    Também há 19 anos na área, Raquel Cristina Carvalho de Souza, seguiu o exemplo da mãe que era funcionária pública da saúde. Quando criança admirava as pessoas que trabalhavam nos postos de saúde e ainda adolescente, com 19 anos, entrou para a faculdade de enfermagem. “A enfermagem representa o amor, a ternura, o afeto que a gente tem com os outros, com desconhecidos, pessoas que mais precisam da gente. Cuidamos das pessoas como se fossem da nossa família, com todo carinho, amor, torcemos pela recuperação, rezamos por eles. Sofremos com a família, nos emocionamos com cada melhora”, disse.

    A enfermeira é mãe de uma menina de cinco anos e de um bebê de 23 dias, por enquanto está de licença maternidade e claro, não vai deixar de trabalhar, de fazer o que tanto ama. Raquel ressalta que os enfermeiros além das lutas diárias, ainda ‘brigam’ por um piso salarial. “Com a pandemia o trabalho dos enfermeiros ficou mais em evidência, a classe está exausta, cansada, pedindo socorro, porém, continuamos firmes, pois o amor a profissão sempre fala mais alto”, comenta.

     

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    A apucaranense Melissa Paduam tem 42 anos e há 15 trabalha na área. Em outubro, ela completa uma década atuando no Samu. Ela também é formada em ciências biológicas, mas percebeu que a sala de aula não era seu lugar. “Escolhi seguir esse caminho, e é muito gratificante fazer o bem, é uma profissão que te dá retorno, quantos casos graves que atendemos, e depois ver a pessoa bem, é muito gratificante”, enfatiza.

    A enfermagem representa mais de 80% da rotina da vida dela. “Minha profissão toma muito tempo da minha vida, minha profissão é tudo pra mim, amo o que eu faço, amo a profissão, sou muito feliz, realizada”, conta Melissa.

     

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    Márcia Aparecia Cândido da Silva tem 40 anos e mais de 15 anos de experiência na área. Ela trabalha no Samu de Apucarana e escolheu cuidar do próximo. “Eu desejava ter uma profissão que fizesse diferença na vida das pessoas. Cuidar do ser humano é necessário ter conhecimento científico, empatia e amor ao próximo”, disse.

     

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    O coordenador de enfermagem do SAMU Apucarana Miqueias Romagnolo, trabalha na área há 12 anos e garante que a rotina de trabalho é sempre uma surpresa. “O dia a dia na emergência é uma surpresa, não tem rotina, por mais que faço parte administrativa, o dia começa com organização da parte burocrática e soluções das atividades que aparecem no dia a dia, dependendo da ocorrência eu saio com as equipes. A parte administrativa da emergência é o que dá suporte para as equipes desenvolver suas atividades em rua, é um trabalho de equipe, um depende do outro para desenvolver as atividades”, finaliza. 

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