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    Chikungunya avança e gera alerta na saúde de Apucarana

    Chikungunya avança e gera alerta na saúde de Apucarana
    Foto por Reprodução
    Escrito por Da Redação
    Publicado em 17.04.2021, 08:59:03 Editado em 17.04.2021, 08:59:18
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    Com primeiros pacientes diagnosticados no final de março, Apucarana soma 28 casos de chikungunya. O número é bastante superior ao total de casos dengue, doença também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que chega a 15 registros, e preocupa a Autarquia Municipal de Saúde (AMS). 

    Segundo dados do boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), publicado na última terça-feira e que não contabiliza as atualizações dos últimos resultados de exames, dos 24 casos de chikungunya registrados no Estado, 17 são de Apucarana. Segundo o coordenador do setor de Combate a Endemias da AMS, Mauro de Aguiar Almeida, os casos estão concentrados na mesma região da cidade, no Núcleo da Fraternidade. “É uma comunidade muito próxima, com residências próximas umas das outras e com grande interação entre os moradores”, explica.

    Ele destaca que após o surgimento dos primeiros casos, a UBS do bairro foi orientada em relação aos sintomas da doença, que são semelhantes aos da dengue, para encaminhar os pacientes suspeitos para exames. “Além dessa orientação também entramos com mutirões de eliminação de focos, além de aplicação de inseticida – estamos no quinto ciclo – o que vem reduzindo bastante o número de notificações. Atualmente aguardamos 3 ou 4 resultados apenas”, afirma, destacando que a dor intensa nas articulações é um dos sintomas que diferenciam a chikungunya da dengue.

    Ele explica que o exame para dengue não detecta a chikungunya, para esse vírus é preciso um exame específico. “Como somos sede de Unidade Sentinela adotamos a testagem completa de arboviroses e foi onde detectamos o primeiro caso”, explica. Almeida também reforça a necessidade de prevenção constante para eliminação do Aedes. “Apesar de estarmos no meio da epidemia de covid não podemos baixar a guarda. É preciso que todos encontrem um tempo para uma vistoria semanal em seus quintais, vasos de plantas e outros pontos para evitar o surgimento de focos do mosquito”, destaca.

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