Apucarana

Caso Alekson: família e Polícia Civil aguardam laudo do IML

De acordo com o delegado, o laudo ainda deve demorar para ficar pronto; entenda

Da Redação ·
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Alekson Ricardo Kongenski, de 13 anos, que morreu no dia 21/6 após se envolver em uma briga com outros jovens no Jardim Ponta Grossa
fonte: Arquivo pessoal
Alekson Ricardo Kongenski, de 13 anos, que morreu no dia 21/6 após se envolver em uma briga com outros jovens no Jardim Ponta Grossa

A Polícia Civil, através do delegado-adjunto da 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana, Felipe Ribeiro Rodrigues, confirmou nesta terça-feira (26), que ainda aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML), que deve informar a real causa da morte do adolescente Alekson Ricardo Kongenski, de 13 anos, que morreu no dia 21/6 após se envolver em uma briga com outros jovens no Jardim Ponta Grossa. 

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De acordo com o delegado, o laudo ainda deve demorar para ficar pronto. "A polícia concluiu as investigações uns 15 dias depois do ocorrido e estamos na dependência do laudo do IML. O IML de Apucarana não conseguiu determinar a causa da morte, pois o menor não tinha nenhum sinal de lesão, por isso foi solicitado exames complementares e esses exames demoram muito para sair o resultado", explica. 

A expectativa é que o exame confirme a principal linha de investigação da polícia, que o jovem morreu após uma parada cardiorrespiratória. "Não temos novidades sobre o caso e estamos aguardando o laudo só pra confirmar o que já falamos", explicou o delegado. 

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A mãe de Aleckon, Aline Fernanda, disse que segue esperando por respostas. Relembre: Adolescente de 15 anos envolvido em briga se apresenta na polícia.

O delegado-adjunto da 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana, Felipe Ribeiro Rodrigues, confirmou no dia 24/6  que o adolescente de 15 anos apontado como principal envolvido na briga com o estudante Alekson Ricardo Kongenski, de 13 anos, se apresentou acompanhado da mãe para prestar esclarecimentos. 

O delegado não quis dar mais detalhes sobre o depoimento do adolescente de 15 anos, mas observou que não há “nenhum fato novo” no inquérito. Segundo ele, a principal linha de investigação continua sendo de que Alekson morreu após sofrer um mal súbito após o desentendimento entre os adolescentes. No entanto, ele ponderou que aguarda a finalização do laudo da causa da morte. “O médico (legista) do IML pediu exames complementares, que devem ficar prontos dentro de dez dias”, informou o delegado.

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Felipe Ribeiro Rodrigues ouviu pelo menos cinco adolescentes envolvidos direta ou indiretamente na briga com Alekson, que ocorreu nas imediações do Colégio Estadual Cívico-Militar Padre José Canale, no Jardim Ponta Grossa. As discussões entre os menores ocorreram após o horário de aulas, envolvendo estudantes do "Padre José Canale" e também de outro colégio.


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