Apucarana

Carreata em Apucarana pede fim da violência contra a mulher

A Lei Maria da Penha completa 15 anos neste sábado

Da Redação ·

A carreata promovida pela Secretaria da Mulher nesta manhã de sábado (7) subiu a Avenida Curitiba a partir das 9h30, em direção à Praça do Redondo. Mais de 50 veículos foram adesivados na concentração em frente ao Sesc e partiram escoltados pela Guarda Municipal e pela Polícia Militar.

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O prefeito Junior da Femac, a primeira-dama Carmen Izquierdo Martins e a filha Elisa, a secretária da Mulher Denise Canesin e representantes da Delegacia da Mulher, da Câmara da Mulher Empreendedora e da Subseção de Apucarana da Comissão da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil participaram do encontro.

Na abertura, o prefeito e a primeira-dama destacaram a vigilância contínua que a cidade precisa ter em relação às mulheres de Apucarana. “A violência contra a mulher é um problema global, mas como todos os problemas globais, precisa de soluções locais. Essa carreata é uma marcha que une cidadãos e cidadãs de nossa cidade para passar uma clara mensagem aos autores de violência doméstica: aqui em Apucarana vocês não têm vez. Nós temos uma união em nosso município. A sociedade, a educação, os poderes públicos. Nunca vai faltar dinheiro para o combate à violência contra a mulher”, afirmou. A denúncia como elemento fundamental para disparar a ação da rede de enfrentamento à violência doméstica também foi salientada pelo prefeito. “Não se calem, mulheres. Denunciem! Vocês podem romper com o ciclo da violência e com um relacionamento abusivo. Procure ajuda!”

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O envolvimento de todos os setores e poderes, e as políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica foram enfatizados pela secretária da Mulher Denise Canesin. “Sem todos os atores envolvidos na rede de proteção à mulher nossa luta não seria possível. Estamos aqui para celebrar uma conquista muito importante para as mulheres brasileiras, que é a Lei Maria da Penha. Em nosso dia a dia orientamos, acolhemos e defendemos as mulheres. É para isso que estamos aqui, para que todas saibam que não estão sozinhas”, defendeu.

Havia grande movimento no centro da cidade. Comerciantes e pedestres acenaram para os carros, que em alguns trechos estavam de ambos os lados da avenida. Na Praça Rui Barbosa houve distribuição de “lixocar” pelos jovens atendidos pelo Centro de Apoio Social ao Adolescente (Casa).

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