Apucarana

Apucaranense que perdeu filha e marido pede ajuda na web

Tayane dos Santos criou 'vaquinha' para poder viajar de SP para Apucarana

Da Redação ·

Após quase dois anos do acidente que matou sua filha e seu marido, a apucaranense Tayane Pereira dos Santos, de 30 anos, precisa de ajuda financeira para poder viajar de São Paulo para Apucarana, no dia 8 de março, quando ocorre o julgamento do motorista que dirigia o carro que atingiu a família em abril de 2020. Na época, o responsável negou que estava conduzindo o veículo, mas foi preso logo depois pela Polícia Civil. 

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Atualmente, ela está desempregada e vive com a caçula Aylla Valentina, em São Paulo, junto de outros familiares. Sem condições financeiras, Tayane resolveu criar uma 'vaquinha' para ajudar nos custos e poder participar do júri. "Preciso muito viajar, mas não tenho dinheiro. Falei com o promotor e ele disse que seria muito importante a família estar presente. Só Deus pode imaginar como estou", lamenta. 

Quem quiser colaborar com a apucaranense pode acessar o link e contribuir. "Saio da Favela de Heliópolis, que fica em São Paulo, mas preciso pegar o ônibus no Bairro Barra Funda para seguir para Apucarana. Tenho fé que vai dar tudo certo", acredita. 

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O acidente

Alice Vitória dos Santos e o pai Luiz Paulo dos Santos Araújo, de 32 anos, incluindo Tayane e a filha caçula Aylla Valentina, que na época tinha apenas 20 dias e sobreviveram à colisão, estavam em um VW Gol, quando foram atingidos pelo motorista de uma BMW, de 27 anos. Pai e filha morreram na hora da colisão. 

O homem negou que estava conduzindo o carro na hora do acidente. Porém, após ouvir o depoimento de uma testemunha, a passageira que estava com o motorista, a Polícia Civil deu a voz de prisão ao responsável. 

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Júri

O caso do motorista de uma BMW que se envolveu num grave acidente em que morreram uma criança de um ano e o pai, um homem de 32 anos, vai a júri na primeira semana de março, em Apucarana. O acidente ocorreu em abril de 2020.

Este será o primeiro júri do ano em Apucarana, e também um dos primeiros depois de um longo período em que os tribunais do júri deixaram de ser realizados por conta das normas de segurança sanitária adotadas em decorrência da pandemia da Covid-19. Dois outros júris foram realizados no final de 2021, mas sem a presença de público.

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