Apucarana

Apucarana zera fila de espera por aparelho auditivo

A entrega gratuita do kit para 103 pessoas que estavam aguardando pelo aparelho começou a ser feita nesta segunda-feira (18)

Da Redação ·

Através de uma parceria entre a Autarquia Municipal de Saúde (AMS) e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Apucarana zerou a fila de espera por aparelhos auditivos. A entrega gratuita do kit para 103 pessoas que estavam aguardando pelo aparelho começou a ser feita nesta segunda-feira (18), no Centro de Audiologia e Diagnóstico Integrado de Apucarana (CADI), órgão vinculado à Apae.

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Estiveram presentes no ato o prefeito Junior da Femac, o presidente da Apae, Luiz Fernando Frias, a diretora de ensino da instituição, Izabel Ortega, a fonoaudióloga do CADI, Ana Paula Maistro, e o diretor-presidente da Autarquia de Saúde, Emídio Bachiega.

O prefeito explica que o Município atende regularmente os pacientes com dificuldades auditivas e que, devido à pandemia, houve uma demanda reprimida. “O Município está investindo nesta ação, realizada em parceria com a Apae, cerca de R$ 160 mil para zerar a fila de espera. Ouvir bem, faz com que as pessoas vivam com mais qualidade de vida, conseguindo conversar mais, interagir melhor com a família e tendo mais felicidade”, frisa Junior Femac.

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De acordo com a fonoaudióloga do CADI, o cronograma do mutirão abrangeu atendimentos, inclusive em finais de semana, para agilizar agendamentos e exames de audimetria. “Até novembro, vamos entregar 206 aparelhos para 103 pacientes. A pessoa recebe o par, com a adaptação bilateral, sendo que o aparelho é 100% digital e de alta tecnologia”, informa Ana Paula, lembrando que o kit é repassado ainda com duas pilhas, material de limpeza e um manual de instruções.

O presidente da Apae lembra que o custo de um aparelho auditivo é a partir de R$ 8 mil, em média, na rede privada. “O custo do aparelho é bem elevado, o que inviabilizaria o acesso a muitas pessoas. Além disso, é um atendimento que necessita de profissionais capacitados para fazer a indicação correta do aparelho”, pontua Frias.

João Monteiro da Silva, de 63 anos, morador do Jardim Catuaí, conta que foi encaminhado através da unidade básica de saúde e as dificuldades que possuía na interação com as pessoas. “A gente tinha que chegar perto para ouvir o que os outros estavam falando, mas agora com o aparelho a gente vai conseguir levar uma vida melhor. Estou muito feliz e agradecido por ter recebido o aparelho sem custo algum”, ressalta Silva.

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