Apucarana

Apucarana segue cadastrando no Programa “Família Acolhedora”

Os interessados em participar do “Família Acolhedora” devem preencher um formulário online disponível no site oficial da prefeitura

Da Redação ·
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A Secretaria da Assistência Social de Apucarana mantém aberto o cadastro de voluntários interessados em participar do Programa Família Acolhedora de Crianças e Adolescentes. Normatizada pela Lei Municipal nº 77/2017, a iniciativa estava estruturada e pronta para ter início quando a pandemia inviabilizou o processo. “Agora estamos retomando o trabalho visando a inscrição e capacitação de famílias que irão oferecer atendimento provisório, em ambiente domiciliar e comunitário, a crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por meio de medida protetiva de acordo com as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA”, pontua Ana Paula Nazarko, secretária Municipal da Assistência Social.

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Os interessados em participar do “Família Acolhedora” devem preencher um formulário online disponível no site oficial da prefeitura (www.apucarana.pr.gov.br). Informações também podem ser obtidas pelo instagram @familiaacolhedora.apuca. “Importante salientar o responsável pela Família Acolhedora, entre outros requisitos previsto na lei, precisa ser maior de idade, residir em Apucarana há mais de dois anos e não estar no Cadastro Nacional de Adoção (CNA)”, informa a secretária.

Ela frisa que o objetivo do programa é garantir um ambiente comunitário de cuidado e segurança visando uma futura reintegração do acolhido à família de origem. “Isso está sendo colocado com muita clareza aos eventuais voluntários do programa. Não será possível a adoção, em hipótese alguma, da criança ou adolescente acolhido”, assinala a secretária.

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Hoje cerca de dez apucaranenses, com idades entre zero e 18 anos incompletos, aguardam uma Família Acolhedora. “Após o cadastramento no site, a equipe técnica do programa, composta pela psicóloga Isabella Silveira e a assistente social Josiane Caniato, irá manter contato para iniciar o processo de seleção e, posteriormente, a capacitação, que conta com assessoria de uma empresa especializada, licitada pela prefeitura”, relata Ana Paula Nazarko, secretária Municipal da Assistência Social.

Ela explica que assim que a criança ou adolescente ingressa no programa, a equipe técnica inicia o trabalho de acompanhamento tanto do acolhido, como da família de origem, a fim de contribuir para a superação da situação de vulnerabilidade, buscando a reintegração familiar, ou na sua impossibilidade, encaminhamento para adoção junto a famílias habilitadas no Cadastro Nacional de Adoção (CNA).

A retomada do programa social foi definida em reunião recente entre o prefeito Júnior da Femac, a juíza da Vara da Infância e Juventude, Carolline de Castro Carrijo, e a representante do Ministério Público do Paraná em Apucarana, promotora Fabiana Pimenta Soares. O prefeito avalia que Apucarana é acolhedora por natureza. “Dispomos de instituições sociais que realizam um trabalho de excelência e, na nossa gestão, atuamos no sentido de garantir amparo a todos. Neste contexto o Família Acolhedora vem para complementar a política de atenção às crianças e adolescentes, podendo oferecer um ambiente familiar a vítimas de abandono e maus tratos”, assinala o prefeito.

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De acordo com a lei, para a família acolhedora será destinada uma bolsa-auxílio mensal por criança ou adolescente acolhido, que deverá ser usada exclusivamente para despesas com alimentação, higiene pessoal, lazer e material de consumo. A lei prevê que deste total, o percentual de 10% deve ser depositado em conta poupança específica para este fim, em nome da criança ou adolescente, que poderá resgatar os valores assim que atingir a maioridade civil.

SERVIÇO: Mais informações sobre como participar do Programa Família Acolhedora podem ser obtidas no Centro Social Urbano, no Parque Bela Vista, ou pelo telefone 3425-1511.

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