Apucarana

Agentes de segurança pública participam de capacitação; VEJA

Curso foi ministrado na sede do Corpo de Bombeiros de Apucarana

Da Redação ·

Durante os dias 09 e 10 de março, agentes de segurança pública de diversas cidades participaram de uma capacitação de atendimento pré-hospitalar em combate. O curso foi ministrado pelo Policial Rodoviário Federal Fábio Sagati, que além de instrutor da PRF na disciplina de atendimento em primeiros socorros, é instrutor do Comitê Brasileiro de Atendimento Pré-Hospitalar em Combate.

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Participaram do curso Bombeiros Militares das cidades de Apucarana e Arapongas; Policiais Militares de Apucarana, Califórnia e Mauá da Serra; Policiais Rodoviários Federais de Londrina; Guardas Municipais de Apucarana e um militar do Exército de Apucarana.

No curso, os agentes de segurança aprendem técnicas que podem ser utilizadas em zonas de confronto armado, onde equipes tradicionais de atendimento não possam estar presentes para dar o suporte de vida ao ferido. Dentre os conhecimentos adquiridos estão o controle de hemorragias massivas com uso de torniquete e agentes hemostáticos, permeabilidade de vias aéreas, manutenção da respiração e do calor corporal da vítima, com uso de equipamentos homologados internacionalmente.

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Segundo Sagati, de cada 10 vítimas de disparo de arma e fogo, 06 morrem por perda de sangue pelas extremidades do corpo (pernas e braços), e com a simples aplicação de um torniquete, muitas vidas podem ser salvas. Ele informou também que o Curso se baseia no protocolo MARC1, que foi implantado no Brasil no ano de 2014 pelo Médico e Policial Civil Sérgio Maniglia, integrante do Grupo Tigre, que buscou conhecimento nos Estados Unidos e criou um curso que em 12 horas qualquer agente de segurança pública esteja apto a realizar o suporte básico de vida do ferido e aumentar significativamente suas chances de sobrevida até a chegada ao hospital.

O curso é realizado de forma institucional, sem qualquer custo para os alunos, que além de exercícios práticos das técnicas preconizadas pelo protocolo MARC1, participam de um simulado final, onde realizam um atendimento completo de um vitimado, desde o combate contra o agressor,  atendimento das possíveis lesões da vítima até o devido transporte ao hospital.  ASSISTA: 

null - Vídeo por: Reprodução   

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