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Adiado júri de homem que matou esposa asfixiada com cadarço

Crime, que chocou a cidade, ocorreu em 2014. Casal, que morava no centro da cidade, estava em processo de separação, depois de 40 anos. Juri, que seria nesta quinta-feira (28), foi adiado

Da Redação

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Imagem de arquivo do dia do crime, na residência do casal, no centro de Apucarana
Icone Camera Foto por Sérgio Rodrigo - Arquivo TNonline
Imagem de arquivo do dia do crime, na residência do casal, no centro de Apucarana
Escrito por Da Redação
Publicado em 27.04.2022, 12:22:17 Editado em 27.04.2022, 12:22:17
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O júri marcado para esta quinta-feira (28), para julgar o comerciante que, em 2014, matou a esposa, usando um cadarço para asfixiá-la, foi adiado e ainda não tem nova data marcada pela Justiça.

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O caso a ser julgado tem como réu o comerciante Jair Aparecido Metta, atualmente com 70 anos, que em 7 de janeiro de 2014, usou um cadarço para asfixiar a esposa, Irene Andriazzi Metta, de 62 anos. Eles eram bastante conhecidos na cidade.

O casal, que morava no centro da cidade, estava em processo de separação, depois de 40 anos de convívio. Eles moravam no centro da cidade e o corpo da mulher foi encontrado, na época, pela própria filha, que foi à casa da mãe para uma visita e a encontrou, morta, no chão da cozinha. Eles moravam na rua Osório Ribas de Paula, no centro da cidade, em frente ao Colégio Nilo Cairo.

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De acordo com a Polícia Militar, na ocasião, Irene Andriazzi Metta foi asfixiada até a morte com um cadarço. O marido dela, Jair Aparecido Metta chegou a fugir do local e se apresentou à polícia, dias depois, orientado pelo advogado.

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