Apucarana

Bicicleta motorizada, uma nova alternativa de transporte

Da Redação ·

Pedalar pode ficar mais fácil, principalmente para quem não gosta muito de esforço físico, com as bicicletas motorizadas. Ideais para deslocamentos urbanos, com baixo custo e rapidez, estas bikes modernas chegaram à região há cerca de um ano. Poucas unidades ainda foram vendidas no município, mas a procura e curiosidade sobre este veículo pouco ou poluente é grande. São dois modelos de motorização, combustível e elétrica.

continua após publicidade

As movidas à gasolina são as mais procuradas, já que o preço é menor, mas ainda não tão acessível. Custa em média R$ 1,6 mil, já o modelo elétrico fica a partir de R$ 2 mil. Em cidades como Apucarana cujo relevo é acidentado, pedalar em alguns locais é atividade para esforçados, por isto uma bicicleta com motor ajuda bem.

continua após publicidade

A potência varia de 50cc a 80cc. A média de consumo é boa, faz 50 km/l, menos que as motos mais econômicas. As bicicletas elétricas rodam até 50 quilômetros com carga de 5 horas na bateria. A velocidade dos dois modelos pode chegar a 50 km/h.

continua após publicidade

Homens com idade acima dos 50 anos são os interessados neste novo modelo de ‘magrelas’ “Observamos que são pessoas que tiveram dificuldade para serem aprovadas nos exames de habilitação do Detran, não podem pilotar motos e agora têm oportunidade de ter um meio de transporte motorizado”, diz o dono de bicicletaria Francisco Maldonado.

continua após publicidade

Contudo, o Código Nacional de Trânsito, com a alteração em 1998, impede que qualquer veículo automotivo seja conduzido por pessoa sem a habilitação específica, nas categorias A, B, AB, C ou D. A partir desta alteração, mesmo veículos com potência de 50cc e modelos elétricos, necessitam de pessoa licenciada para condução.

continua após publicidade

Em tese, esses veículos devem ser licenciados, mas no caso de bicicletas há um problema. “O Detran só pode emplacar um veículo que tenha numeração de chassi e a bicicleta não tem. A placa é como se fosse uma certidão de nascimento, vinculada ao chassi”, diz o chefe da 15ª Ciretran de Apucarana, Fernando Garcia Algarte. 

(Leia matéria completa na edição de domingo (10) da Tribuna do Norte - Diário do Paraná)