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Clientes se mobilizam em solidariedade a vendedor de pastéis, em Apucarana; veja vídeo

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Foto: Silvia Vilarinho
Foto: Silvia Vilarinho

Vários clientes se mobilizaram na manhã desta segunda-feira (4), em solidariedade a um vendedor de pastéis que trabalha na Rua Osório Ribas de Paula, no centro de Apucarana. A ação foi incentivada por um vídeo viral que mostra a dona da Pastelaria Catedral chutando e depois atirando um banco que estava na calçada, de propriedade de seu concorrente Ivanildo Simões Marques, 62 anos, que trabalha no ponto bem em frente ao estabelecimento dela. A atitude da empresária foi considerada um tanto agressiva e desrespeitosa por parte dos clientes que decidiram ir até o local para comprar pastel em solidariedade a Marques. "Eles querem ficar no nosso país, então devem respeitar os brasileiros", disse uma cliente que foi até o local em consideração a Ivanildo, carinhosamente chamado como "tio do pastel". 


A situação, que já dura dois anos, veio à tona na semana passada após uma cliente do comerciante filmar a atitude da proprietária da pastelaria. Ele conta que além de chutar os bancos usados por seus clientes, a concorrente também escreveu vários cartazes com ameaças e ainda demarcou na calçada o espaço que ele não pode ultrapassar. O caso foi parar na Polícia Civil que intimou a proprietária da pastelaria a comparecer na 17ª Subdivisão Policial (SDP), na tarde desta segunda para prestar esclarecimentos. Inicialmente a mulher de nacionalidade chinesa não havia entendido que estava sendo intimada por um policial civil e acionou a Polícia Militar (PM). “Eu espero que a gente trabalhe em harmonia. Que não tenha mais confusão. Ela vende o dela e eu vendo o meu”, afirmou Marques. 

O comerciante trabalha no local há seis anos, porém o ponto existe há mais de 30 anos e era de propriedade do tio dele. De acordo com o contador da Pastelaria Catedral, Edgard Gomes, os chineses escolheram o imóvel sem saber que havia um vendedor de pastel trabalhando no local. "O início de tudo foi que os chineses não sabiam que tinha uma pessoa que já estava no espaço trabalhando na mesma atividade. Fui a prefeitura ver a possibilidade de ele se deslocar um pouco a frente, para não ficar no mesmo lugar mas ele disse que não sairia dali. Um fiscal veio conversar com ele e a gente achou que podia ser uma boa alternativa. A partir disso começou um desentendimento por conta do espaço", disse Gomes.

Segundo ele, a proprietária - que não fala português - reclama que os clientes de Marques sempre estão na porta do estabelecimento dela. "Acho que havia de ter esse respeito em relação ao espaço mas de ambas as partes. O sol nasce para todo mundo, todos têm contas para pagar", ressalta. 

E sobre a atitude de sua cliente, Gomes disse que não está correta, porém ela acabou perdendo a paciência. 

Assista o vídeo que originou a mobilização abaixo. 


(Com informações de Silvia Vilarinho)

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