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Dia de Nossa Senhora Aparecida: devotas da santa contam histórias de fé e superação

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A assistente social Juliana Eliza da Silva e a mãe Maria Aparecida da Silva: devoção de mãe para filha. Foto: Sérgio Rodrigo/Tribuna do Norte
A assistente social Juliana Eliza da Silva e a mãe Maria Aparecida da Silva: devoção de mãe para filha. Foto: Sérgio Rodrigo/Tribuna do Norte

O Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, celebrado neste sábado (12), é marcado por muitas histórias de graças e milagres concedidos pela santa de maior devoção popular no país. A assistente social Juliana Eliza da Silva, 35 anos, de Apucarana, afirma que a santa operou diversos milagres em sua vida. Aos 26 anos ela correu risco de ficar cega após ser ferida durante um assalto  e pediu a intercessão da santa para impedir qualquer sequela.

“Foram 20 pontos no meu olho direito e o médico disse que eu poderia ficar cega e nunca mais meu olho voltaria ao normal. O laudo do IML deu lesão permanente. Para graça e misericórdia eu não fiquei com nenhuma sequela e fui ao santuário levar a roupa que estava no dia do assalto, um buquê de rosas e uma foto minha”, conta. 

(Juliana foi diversas vezes ao santuário para agradecer a santa. Foto: Arquivo pessoal)

Juliana destaca que recebeu muitas outras graças e como agradecimento foi diversas vezes ao santuário agradecer a santa ao longo de sua vida. Ela é devota desde criança tanto que a primeira vez que visitou o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida do Norte, em São Paulo (SP), tinha apenas seis meses de idade. 

(Juliana Eliza, com seis meses de idade no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida do Norte, em São Paulo (SP). Foto: arquivo pessoal)

Segundo ela, sua devoção é fruto do exemplo de fé de seus pais. “Minha mãe ia de trem ‘maria fumaça’ para Aparecida do Norte. Levava dias de viagem para chegar.  Meu pai fazia romarias de ônibus e levava devotos”, recorda.

A mãe de Juliana, a aposentada Maria Aparecida da Silva, 82 anos, conta que o maior milagre concedido por Nossa Senhora Aparecida foi a vida de seu filho mais velho que sofreu um grave acidente de carro, em 1989. “Os médicos disseram que somente um milagre para ele sobreviver e que se caso sobrevivesse nunca mais ele andaria e nem falaria”, conta Maria. 

Maria então prometeu que, se o filho fosse curado, levaria ele andando para Aparecida do Norte. E assim o fez. “Ele foi se recuperando e um ano depois levei ele andando para Aparecida do Norte”, comemora. 

(A advogada Laiz Modesto no santuário de Nossa Senhora Aparecida. Foto: arquivo pessoal)

SONHO REALIZADO
A advogada Laiz Modesto, 28 anos, de Apucarana, afirma que sempre foi uma pessoa que recorreu a oração em todas as situações da vida. A devoção por Nossa Senhora Aparecida surgiu durante dificuldades e angústias enfrentadas. 

“A história e simbologia dela começa a partir de um momento em que pessoas desacreditadas, em um intuito de um último arremesso de rede conseguirem o seu ganha pão, acabaram encontrando-a. A minha devoção começou dessa forma, vindo com uma situação que parecia ser o fim, sem saída. Eu coloquei meu joelho no chão e pedi a ela”, conta.

Laiz considera impossível precisar quantas graças recebeu. Uma delas aconteceu recentemente quando finalmente realizou o sonho de tornar-se advogada e passou no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Minha maior graça foi essa que recebi recentemente a minha aprovação no exame da ordem. Já fazia 3 anos que estava tentando e finalmente consegui, e devo a ela sim, porque todas as vezes que pensei em desisti ou que desanimei, em oração, em fé, Nossa Senhora Aparecida me trazia a todo momento o meu objetivo, o meu sonho que era a aprovação”, ressalta. 

A advogada pagou sua promessa e foi até o santuário que fica em Aparecida do Norte. “Foi o momento mais incrível que pude viver. Eu chorei, eu rezei, sentei no chão, tive um papo de mãe e filha. Foi uma sensação indescritível. Em minha mente não tinha outra palavra a não ser: obrigada”, descreve.

"A fé, é algo em que nos apegamos, que não vemos, mas sentimos. Sentimos força, sentimos alívio, sentimos esperança. A fé transforma pensamentos. Então por isso digo que todo mundo tem que ter fé, independente de religião", conclui. 

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