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Procon de Apucarana fecha 2018 com mais de 5,6 mil atendimentos

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A maioria deles, 2.949 atendimentos, ou 52% do total, envolve problemas com telefonia, como explica o coordenador do órgão, José Carlos Balan. - Foto: Reprodução/Tribuna do Norte
A maioria deles, 2.949 atendimentos, ou 52% do total, envolve problemas com telefonia, como explica o coordenador do órgão, José Carlos Balan. - Foto: Reprodução/Tribuna do Norte

O Serviço de Proteção ao Consumidor (Procon) de Apucarana fechou o ano de 2018 com 5.670 atendimentos. O balanço foi divulgado pelo órgão nesta semana e revela que, como em outros anos, as reclamações contra companhias telefônicas e contra instituições financeiras continuam dominando os trabalhos, com 90% do volume total de queixas.

Se considerarmos apenas os dias úteis do ano, em que o órgão abriu as portas, os 5.670 atendimentos resultam em uma média de 24 atendimentos diários. A maioria deles, 2.949 atendimentos, ou 52% do total, envolve problemas com telefonia, como explica o coordenador do órgão, José Carlos Balan.

“Problemas com empresas telefônicas, sobretudo as de telefonia celular, continuam em primeiro lugar na nossa lista de reclamações, o que já é de praxe. A maioria das queixas envolve a adesão de planos que, no final das contas, acaba fazendo com que o cliente se sinta lesado. Algumas destas empresas que são alvo de reclamações acabam induzindo o consumidor a contratar estes pacotes, que acabam sendo menos vantajosos do que os planos anteriores”, afirma ele.

Já as reclamações com relação a instituições financeiras, envolvendo bancos, operadoras de cartões de crédito, consórcios e demais empresas, são responsáveis por 38% do volume de trabalho do órgão. Foram, em 2018, 2.155 queixas deste tipo no período.

“As principais reclamações deste setor em específico envolvem a cobrança de juros indevidos ou a renegociação automática de dívidas, com parcelamentos sendo feitos sem a consulta do cliente. Tanto com relação à estas empresas financeiras quanto às de telefonia, temos tido grandes êxitos na resolução de problemas”, destaca Balan.

Em 2017, foram registrados 13,2 mil atendimentos. A queda em 2018 foi causada por uma mudança na atuação do Procon, que passou a não incluir mais reclamações a órgãos públicos. Outro fator que aumentou os números no ano retrasado foram os mutirões: três foram realizados em 2017.

Ainda segundo ele, um novo sistema informatizado, que começou a ser usado no final do ano passado pelo Procon apucaranense, promete melhorar ainda mais o serviço prestado pelo órgão. O Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) é uma ferramenta que auxilia na notificação das empresas.

“Desde que começamos a trabalhar com o sistema, em 20 de dezembro, já foram 129 atendimentos, com resultados muito bons”, afirma o coordenador.

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