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Nova sede do IML de Apucarana deve ser construída próximo à Capela Mortuária do Jd. Ponta Grossa

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Uma fonte graduada e que trabalha há muitos anos no Instituto Médico Legal (IML) de Apucarana confirmou nesta quarta-feira (9) que uma nova e ampla sede para órgão deverá ser construída à margem da Avenida Central do Paraná, próximo à Capela Mortuária do Jardim Ponta Grossa, na zona norte da cidade.

O terreno inclusive já teria sido disponibilizado pela Prefeitura de Apucarana e o projeto da nova edificação já está em fase de elaboração, com total apoio do Executivo Municipal.

O IML de Apucarana funciona há décadas na Travessa João Gurgel, anexo ao Instituto de Identificação e ao lado do fórum de Apucarana, no centro da cidade.

O órgão é afetado há alguns meses em razão da carência de pessoal em várias funções. A situação no IML de Apucarana ficou maias complicada ainda no início de novembro, quando o médico legista Ângelo Haiashi se aposentou. Agora, o IML de Apucarana, que contava até pouco tempo com quatro médicos legistas em seus quadros, tem apenas o médico Narciso Marques Moure trabalhando.

No mês de outubro de 2018, ainda com dois médicos, o órgão já havia anunciado algumas mudanças por conta da falta de profissionais para realizar os plantões noturnos e durante finais de semana. Por conta dessa situação, os corpos que eram necropsiados em Apucarana agora são levados para o IML de Londrina, atrasando significativamente a liberação e gerando transtornos para os familiares dos falecidos.

Situação é insustentável
Para o ex-delegado chefe da 17ª Subdivisão Policial (SDP) e atual deputado estadual eleito por Apucarana, José Aparecido Jacovós, a situação é insustentável. Segundo ele, além do transtorno causado às famílias, a Justiça fica travada diante deste cenário. “Se tivermos um caso de estupro, hoje, e precisarmos fazer o exame de corpo de delito é possível que não haja médico e essa vítima fique sem atendimento”, avalia. 

Conforme o deputado, essa falta já tem inferido nas investigações. “Um jovem foi espancado esses dias e a mãe dele me ligou pedindo ajuda porque o IML não poderia atendê-lo e o exame foi agendado para dali 15 dias em Londrina”, revela ele inconformado. 

Jacovós explica que tal demora para realizar o atendimento atrapalha a Justiça, já que após duas semanas, as lesões sofridas pela vítima possivelmente não estariam mais presentes no corpo.


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