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Ortodoxos ucranianos comemoram o Natal; decreto dá independência em relação à igreja da Rússia

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Patriarca ecumênico Bartolomeu I assinou o decreto que marca a separação da Igreja Ortodoxa da Ucrânia em relação à da Rússia - Foto: Reprodução/Emrah Gurel AP/El País
Patriarca ecumênico Bartolomeu I assinou o decreto que marca a separação da Igreja Ortodoxa da Ucrânia em relação à da Rússia - Foto: Reprodução/Emrah Gurel AP/El País

A comunidade ortodoxa ucraniana comemora nesta segunda-feira, dia 7 de janeiro, o nascimento de Jesus e a independência da Igreja Ortodoxa da Ucrânia.

Em Apucarana, está prevista celebração religiosa com orações na Igreja Ortodoxa Ucraniana Proteção da Santíssima Mãe de Deus, situada à Rua Oreslau Saviski n° 393, em área limítrofe entre o Jardim São Pedro e o bairro da Igrejinha, na zona sul da cidade. 

A diferença da data do Natal Ortodoxo em relação ao Ocidente se deve a diferença de calendário adotado. Os ortodoxos seguem o calendário Juliano e os católicos o calendário Gregoriano, por isso há diferença nas datas.

Foto: Reprodução/imagem ilustrativa

Independência
Bartolomeu I, patriarca ecumênico de Constantinopla — que atua como 'primus inter pares' entre as comunidades ortodoxas do mundo —, assinou no sábado (5) em Istambul o tomos (decreto) que concede à Igreja Ortodoxa da Ucrânia a independência em relação à Igreja Ortodoxa da Rússia. 

Ambas estavam unidas desde 1686, e a hierarquia ortodoxa de Moscou respondia às tentativas de separação com uma férrea oposição. Epifânio, líder da recém-criada Igreja Ortodoxa autocéfala da Ucrânia, rejeitou as acusações de que a concessão da autocefalia se deva a motivos políticos, afirmando que seu país “seguiu nessa direção nos últimos 30 anos”. A busca da separação se intensificou depois que a Rússia anexou a península ucraniana da Crimeia, em 2014, e com o apoio de Moscou às milícias separatistas no leste da Ucrânia.

A assinatura ocorreu na Catedral de São Jorge, sede do Patriarcado de Constantinopla, na margem do Chifre de Ouro e com as presenças de Epifânio e do presidente ucraniano, Petro Poroshenko. O mandatário havia dito que a “autocefalia é um acontecimento de uma importância similar à da aspiração de ingressar na União Europeia e na OTAN”. 

CONTROVÉRSIA
Seus críticos o acusaram de promover o cisma com fins eleitorais, dada a sua baixa popularidade e a proximidade das eleições presidenciais, previstas para março. Um dos porta-vozes do Patriarcado de Moscou, Vladimir Legoida, declarou neste sábado, em seu canal do serviço de mensagens Telegram, que o tomos assinado “carece de valor canônico”.

Com informações do El País


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