Apucarana

Delegada de Apucarana é confirmada por Sérgio Moro em equipe de transição

Da Redação ·
A apucaranense Érika Mialik Marena, assume o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica (DRCI)  - Foto: Reprodução
A apucaranense Érika Mialik Marena, assume o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica (DRCI) - Foto: Reprodução

A apucaranense Érika Mialik Marena, 43 anos, que atualmente trabalhava como superintendente da Polícia Federal (PF) em Sergipe, foi confirmada nesta segunda-feira (19) pelo futuro ministro da Justiça, Sergio Moro (exonerado hoje pela Justiça Federal), para integrar a equipe de transição de governo em Brasília. Érika é cotada para comandar a Polícia Federal a partir do ano que vem. A delegada foi a mais votada na lista tríplice preparada pela associação de delegados. 

continua após publicidade

Outro nome confirmado para integrar o gabinete de transição é Rosalvo Franco Ferreira, ex-superintendente regional da Polícia Federal (PF) no Paraná.

Deu nome à Lava Jato
Érika atuou como uma das principais investigadoras da Lava Jato (e quem deu nome à famosa operação). Ela já tinha sido cotada para chefiar a PF em 2016, quando recebeu também a maioria dos votos da lista tríplice da categoria.

continua após publicidade

Crime organizado na mira
A apucaranense pode ser a primeira mulher a comandar a corporação. Ela é de classe especial como manda a regra da escolha (mais de 10 anos de carreira), trabalhou em investigações e operações de campo e especializou-se em investigação contra o crime organizado.

Érika Marena e Rosalvo Franco estão auxiliando na transição, de acordo com o futuro ministro, que conversou rapidamente com jornalistas ao final do almoço.

Moro foi questionado sobre a possibilidade de definir nesta semana o nome do futuro diretor-geral da Polícia Federal. O futuro ministro disse que “talvez” faça a escolha nos próximos dias. Também há possibilidade de anúncio de outros nomes da equipe de Moro.

continua após publicidade

Entre delegados, o nome de Érika circula como uma possibilidade de ocupar o cargo de diretora-geral da Polícia Federal. O atual superintendente da PF no Paraná, Maurício Valeiro, também está entre os cotados ou para esse cargo ou para um cargo estratégico na estrutura do MJ.

A interlocutores, segundo apurou a TV Globo, Moro já disse que o futuro chefe da PF deve ser alguém que atuou na Lava Jato. O atual diretor-geral é o delegado Rogério Galloro, indicado no governo do atual presidente Michel Temer.

Além da direção-geral da PF, há outros cargos na estrutura do Ministério da Justiça considerados importantes e que Moro ainda esta escolhendo os futuros ocupantes.

Com informações do G1

Tags relacionadas: #governo Bolsonaro #lava jato #PF