Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Apucarana
publicidade
APUCARANA

Após acordo com IAP, frigorífico retoma abates

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Após acordo com IAP, frigorífico retoma abates
Autor Foto: Tribuna do Norte - Foto: Reprodução

Após ter a licença ambiental suspensa, o Frigorífico União, de Apucarana, retomou as atividades através de um acordo junto ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Ministério Público (MP). Com investimentos na ordem de R$ 600 mil, a empresa afirma ter sanado os problemas no tratamento de efluentes e planeja retomar em breve o funcionamento da unidade em sua capacidade máxima.

O frigorífico foi reaberto há pouco menos de dois meses, em regime parcial de funcionamento, após apresentar um projeto de tratamento de efluentes para IAP e MP. Os órgãos deram à empresa um prazo de quatro meses, terminando em novembro, para comprovar que o tratamento de efluentes está sendo realizado dentro dos parâmetros exigidos pela lei. Enquanto isso, o abate diário, que era de 400 bovinos, foi reduzido para cerca de 160.O médico veterinário Gustavo Henrique Sapatini é diretor do frigorífico e afirma que a empresa já conseguiu atingir a meta proposta pelo acordo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

“Vamos nos reunir com os órgãos ambientais na segunda-feira (3) e apresentar os resultados. Estamos bastante animados, porque cumprimos com todas as exigências propostas e chegamos a resultados bem melhores do que os mínimos recomendados”, afirma.

Com isso, a expectativa é de retomar o regime normal de abates antes do fim do prazo. Hoje, o frigorífico tem 126 funcionários contratados. Quando o número máximo de abates diários for retomado, o quadro de funcionários poderá ser ampliado para cerca de 300 trabalhadores.Gustavo explica que o projeto ambiental traçado pela empresa exigiu um investimento de R$ 600 mil para instalação e R$ 120 mil mensais para manutenção e compra de insumos. 

“Foi construído um sistema de tratamento muito semelhante ao de tratamento de esgoto da Sanepar, que funciona praticamente como uma segunda empresa dentro do frigorífico. O efluente tratado, praticamente água potável, não está sendo lançado no rio por enquanto, mas sim levado para outra empresa”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Coletas são realizadas quinzenalmente e enviadas para um laboratório credenciado. Um relatório mensal é elaborado e apresentado aos órgãos ambientais. Os níveis apresentados são de menos da metade do limite máximo exigido. O mau cheiro na região também foi eliminado, graças ao investimento em um sistema que libera substâncias no ar. Estas substâncias reagem com os gases liberados e eliminam o cheiro ruim.“

Abrimos um canal direto com a comunidade da região e estamos de portas abertas a eles. O frigorífico existe desde 1969 e a cidade foi crescendo neste tempo, chegando até os muros da empresa. Com isso, o mau cheiro se tornou um problema para os moradores e nós temos a consciência da nossa obrigação em manter o meio ambiente limpo”, aponta o diretor.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Apucarana

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV