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Páscoa no "dia da mentira" rende pegadinhas

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Bea, dona do perfil no Twitter @ShesSweetVenom, decidiu aproveitar a coincidência para aplicar uma pegadinha nos conhecidos.
Bea, dona do perfil no Twitter @ShesSweetVenom, decidiu aproveitar a coincidência para aplicar uma pegadinha nos conhecidos.

Neste ano a Páscoa será celebrada em 1º de abril, conhecido mundialmente como o Dia da Mentira. Foi um prato cheio para a internet. Memes e sugestões de pegadinhas começaram a circular nas redes sociais para a alegria (ou não) dos internautas. 

Em um post bem humorado, a internauta Bea, dona do perfil no Twitter @ShesSweetVenom, decidiu aproveitar a coincidência para aplicar uma pegadinha nos conhecidos. Devido ao grande número de compartilhamentos, acredita-se que ela não terá tanto sucesso em enganar os amigos, já que a foto viralizou. 

Para os mais tradicionais, há quem teve ideia de substituir os ovos de chocolate por ovos de galinha. O que vale é usar a criatividade e se divertir. Contudo, alguns leitores se manifestaram contra e pedem respeito à data, que representa a ressurreição de Jesus Cristo.

Páscoa e as religiões
Para celebrar a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, a Igreja Católica de sempre cria uma programação especial. Além do catolicismo, outras religiões também celebram ou respeitam o período da Semana Santa. Para espíritas e evangélicos, a Páscoa é um momento propício para refletir e praticar o perdão. Já para o candomblé, que não celebra o período, é uma oportunidade de exercer o respeito às religiões cristãs. 

Como nasceu o Dia da Mentina
Segundo a revista Superinteressante, a brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos 9º (1560-1574). Desde o começo do século 16, o ano-novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril.

Em 1562, porém, o papa Gregório 13 (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão – o chamado calendário gregoriano – em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data.

Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior – apelidados de “bobos de abril” – presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo.




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