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Hospital da Providência reforça atenção para identificar casos de febre amarela

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Hospital está reforçando atenção para casos suspeitos
Hospital está reforçando atenção para casos suspeitos

 O Hospital da Providência de Apucarana está reforçando a atenção para o diagnóstico de febre amarela. O aumento no número de casos da doença em outras regiões do país tem deixado os profissionais da instituição em alerta.

De acordo com a diretora técnica do Hospital da Providência e Hospital Materno Infantil, médica Vera Lorenzon, estamos no período sazonal da febre amarela, que vai até maio, por isso a atenção deve ser redobrada em casos de náusea, vômito, calafrio e amarelão, que é tecnicamente chamado de icterícia.

A diretora técnica explica que as equipes médicas e de enfermagem estão sendo orientadas a informar sobre pacientes com sinais e sintomas compatíveis com a doença. Comunicados sobre o tema também estão sendo enviados no sistema interno das instituições. “A febre amarela é um quadro viral que pode levar à insuficiência hepática, insuficiência renal. Para tratar fazemos uma abordagem sintomática e ficamos atentos à doenças secundárias, mantendo a vigilância para ver se o paciente tem um sinal de alarme”.

Ainda de acordo com a médica, no Hospital da Providência e Materno Infantil, a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar está realizando monitoramento e solicitando coleta de material para análise em casos suspeitos com acompanhamento do serviço de Vigilância Sanitária e Epidemeologia do munícipio e do Estado. “Em nossos Hospitais deverão ser notificados todos os pacientes que apresentarem os sintomas, além daqueles que procedem ou residem em áreas de risco. Para isso, desde janeiro estamos orientando médicos e outros profissionais para ficarem alertas” afirma.

Dra. Vera também aponta que uma vez que se perceba os sintomas, o paciente deve procurar o UPA e as Unidades Básicas de Saúde em um primeiro momento para que haja uma orientação e atendimento adequado.

Diante de todo o contexto, a médica também ressalta que a população não deve ver os macacos como vilões. “Estes animais são, na verdade, aliados que mostram quais as regiões podem estar contaminadas”, finaliza.

 

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