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PRF convive com racionamento de combustível

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No posto de Apucarana, apenas uma viatura está sendo utilizada para as atividades dos inspetores, e apenas em casos específicos. Foto: Delair Garcia
No posto de Apucarana, apenas uma viatura está sendo utilizada para as atividades dos inspetores, e apenas em casos específicos. Foto: Delair Garcia

Com cortes no orçamento e falta de verbas, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) anunciou a redução no policiamento das estradas federais. No posto de Apucarana, apenas uma viatura está sendo utilizada para as atividades dos inspetores, e apenas em casos específicos. A expectativa da categoria é que um aditivo seja feito no final deste mês.

As restrições entraram em vigor no mês passado, afetando todas as atividades da PRF em território nacional. No Paraná, todos os postos estão com apenas um veículo disponível. A intenção é poupar gastos com combustível. 

“Com os cortes nos repasses do governo, a PRF precisou adequar os gastos. O combustível é um dos principais itens que precisou passar por readequações”, afirma Wilson Martinez, inspetor da PRF.

Segundo ele, o orçamento para 2017 já havia recebido um corte de quase 17%, em comparação com o ano passado. No entanto, em março deste ano, um novo corte de 47% foi o que mais contribuiu para a situação atual.

Na prática, ficam suspensas as rondas em todas as rodovias. Segundo a PRF, serão priorizados os atendimentos a acidentes com vítimas, os deslocamentos em casos de crime e de auxílios que sejam de competência exclusiva da Polícia Rodoviária. Também está prevista a desativação de postos e unidades operacionais em todo o país.

“Infelizmente, essa situação provoca um grande prejuízo no trabalho dos policiais rodoviários federais. As rondas, trabalhos com radares móveis e demais serviços foram todos suspensos. Quem perde com isso é a sociedade”, diz Martinez.


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