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Apucarana

Delegado esclarece que sequestro de empresária não passou de simulação

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Delegado José Aparecido Jacovós  disse que sequestro não passou de simulação. Foto: Tribuna do Norte
Delegado José Aparecido Jacovós disse que sequestro não passou de simulação. Foto: Tribuna do Norte

O delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana (norte do Paraná), José Aparecido Jacovós, concedeu entrevista há pouco para informar que o suposto sequestro do qual uma empresária de Apucarana afirmou ter sido vítima não passou de simulação. 

"Apuramos que ela embarcou ônibus para São Paulo às 12h30 de terça-feira (23) e estava hospedada em uma pensão. A localização de Sílvia Aparecida dos Santos foi possível graças ao rastreamento do telefone celular da mulher apucaranense, que tem uma empresa está situada na Rua Renê Camargo de Azambuja", afirmou Jacovós.

O delegado detalhou que após ser localizada pela polícia, a empresária explicou que inventou a história do sequestro porque estaria passando por problemas emocionais e fazendo uso de remédios controlados.

"Ela saiu de casa, deixou a bolsa com R$ 700 na residência e desapareceu. Os familiares ficaram apavorados e registraram boletim de ocorrência sobre o sumiço, mas as nossas investigações apuraram que tudo não passou de uma simulação. Agora ela poderá ser enquadrada por falsa comunicação de crime", acrescentou Jacovós.

O delegado lembrou ainda que na manhã de quarta-feira (25) a empresária manteve contato telefônico com uma irmã e disse que havia sido sequestrada, dopada e colocada dentro de um carro preto por criminosos. 

Durante o telefonema a empresária disse que foi levada para São Paulo e não poderia falar mais naquele momento porque estaria sendo vigiada, o que levantou suspeita por parte da polícia. Outro detalhe chamou a atenção do delegado e investigadores: nenhum resgate foi pedido.

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