Apucarana

Polícia Civil fecha casa de prostituição no bairro 28 de Janeiro

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Polícia cumpriu mandado de busca e apreensão após denúncias. Foto: Rodrigo Almeida
Polícia cumpriu mandado de busca e apreensão após denúncias. Foto: Rodrigo Almeida

Operação da Polícia Civil deflagrada no fim da tarde desta quarta-feira (8), resultou na prisão de uma mulher suspeita de explorar prostituição, no centro de Apucarana. Segundo informações do delegado José Aparecido Jacovós, chefe da 17ª Subdivisão Policial (SDP), o flagrante ocorreu em uma casa na Rua Antonieta Silva Lautenschiager, no bairro 28 de Janeiro. O imóvel foi interditado e outras três mulheres que estavam no local, que seriam garotas de programa, também foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.

“A equipe de narcóticos passou a investigar o local após moradores denunciarem um entra e sai de veículos na casa. Foi pedido um mandado de busca e apreensão após vizinhos solicitarem uma investigação porque é um bairro residencial. Os moradores estavam assustados e suspeitavam de tráfico de drogas devido o entra e sai de carros e as festinhas que ocorriam até altas horas da madrugada", informou o delegado-chefe.

Casa era usada para prostituição de mulheres, afirma a polícia. Foto: Rodrigo Almeida

Segundo Jacovós, a polícia foi até o local, mediante mandado de busca e apreensão, e se deparou com uma casa de alto padrão com "mulheres seminuas". No local foram apreendidos cadernos com contabilidade, nomes e contatos de clientes. Ao serem questionadas, as mulheres confirmaram que trabalhavam como garotas de programa e que uma delas seria a "dona do estabelecimento". A suspeita seria responsável de arranjar os encontros sexuais e recebia uma parcela do pagamento. 

“Como manter uma casa de prostituição é crime, a casa foi interditada. É bom ressaltar que a pessoa fazer a prostituição por si só não é crime. É crime explorar a prostituição. Manter uma casa, com garotas que têm que pagar alguém é crime. Promover a prostituição de outras pessoas e obter vantagens com isso é crime”, destaca o delegado.

A mulher apontada como responsável pelo prostíbulo foi presa e as demais encaminhadas à delegacia para serem ouvidas. 

Para saber mais leia a edição impressa desta quinta-feira (9) do jornal Tribuna do Norte.