Apucarana

Júri popular condena réu a 9 anos  de prisão por homicídio em Apucarana

Da Redação ·
Júri foi realizado ao longo desta terça-feira (15) - Foto: José Luiz Mendes
Júri foi realizado ao longo desta terça-feira (15) - Foto: José Luiz Mendes

Dois homens foram absolvidos e um foi condenado no júri realizado na tarde desta terça-feira (15) em Apucarana. Maurício Kazuo Moriya, conhecido também como "Cazu", de 38 anos, e Edison Soares da Silva, o "Zorba", de 35 anos, foram considerados inocentes pela Justiça. Já Aílton de Andrade, 39 anos, foi condenado a 9 anos de prisão. A defesa vai decidir nesta quarta-feira (16) se irá recorrer da decisão. 

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Eles eram acusados de matar a tiros Cléber Ribeiro da Silva, com 19 anos na época do crime, ocorrido no final da noite de 20 de novembro de 2002, na Avenida América, próximo à Estação Rodoviária de Apucarana, na zona norte da cidade. 


BRIGA E MORTE
- Conforme a denúncia do MP, minutos antes do homicídio, os três réus teriam brigado com Cléber e mais quatro amigos dele na Avenida Minas Gerais, próximo à Mela. "Com estavam em menor número, os três acusados de assassinato se evadiram em um veículo GM Omega e retornaram armados pouco tempo depois. Na Avenida América o trio localizou Cléber e o grupo de amigos e passou atirar contra eles, ferindo Cléber mortalmente", diz a denúncia do MP. Os amigos da vítima de homicídio conseguiram se esconder e não ficaram feridos.

A sessão do Tribunal do Júri em Apucarana foi presidida pelo juiz Osvaldo Soares Neto. Na defesa estavam os advogados João Batista Cardoso e Sérgio Luiz Barroso. Os advogados da capital defendem Rogério Pereira Lima, de 32 anos, que é o quarto acusado do crime, que será julgado apenas em maio.   

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