Apucarana

Apucarana adquire imóvel para o “polo das facções”

Da Redação ·
Beto Preto, acompanhado dos secretários da fazenda, Marcello Augusto Machado, e de obras, Herivelto Moreno, assinou o contrato de compra de uma área de 7 mil metros quadrados - Foto: Divulgação
Beto Preto, acompanhado dos secretários da fazenda, Marcello Augusto Machado, e de obras, Herivelto Moreno, assinou o contrato de compra de uma área de 7 mil metros quadrados - Foto: Divulgação

Em ato realizado na tarde de terça-feira (1), na Superintendência Regional da Caixa Econômica Federal (CEF), em Londrina, o prefeito de Apucarana, Beto Preto, acompanhado dos secretários da fazenda, Marcello Augusto Machado, e de obras, Herivelto Moreno, assinou o contrato de compra de uma área de 7 mil metros quadrados, contendo em um barracão de 3 mil metros quadrados, que pertencia à extinta Rede ferroviária Federal.

Pela CEF, que será gestora do contrato e repassadora dos valores à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), o documento foi assinado pelo superintendente regional, Élcio José de Lara Coelho. Pelo imóvel o Município pagará R$ 1.131.000,00 (um milhão, cento e trinta e um mil reais), sendo R$ 56.000,00 (cinquenta e seis mil reais) à vista, e o restante em 10 anos, com parcelas de R$ 14.302,76 (quatorze mil, trezentos e dois reais e setenta e seis centavos).

O imóvel, localizado na Barra Funda, junto aos trilhos da linha férrea, irá passar por uma completa revisão de suas instalações hidráulicas e elétricas, além de receber divisórias e melhorias em geral. “Neste local iremos instalar o Polo das Facções que, de início, irá abrigar 25 facções de fundo de quintal, que virão para o barracão já formalizadas”, anuncia o preito Beto Preto. Ele acrescenta que este trabalho de orientação e convencimento para que as empresas saiam da clandestinidade, vem tendo uma forte atuação em Apucarana, mediante parcerias firmadas com a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Apucarana (ACIA), do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana e do Vale do Ivaí (Sivale) e do Arranjo Produtivo Local (APL) do Boné.

Infelizmente, segundo ele, Apucarana perde muito de seu potencial econômico, em função da clandestinidade. “Se tais empresas fossem legalizadas, o nosso PIB per capta seria bem melhor, e da mesma forma o nosso potencial de consumo”, argumenta o prefeito, assinalando que esse quadro resulta na perda de investimentos e atração de empresas, que se baseiam em indicadores econômicos. No Polo da Facções, conforme explica o prefeito Beto Preto, a prefeitura, por meio da Secretaria de Indústria e Comércio, pretende criar um modelo de trabalho cooperativo. “A ideia é planejar uma linha de produção, com todos os segmentos da cadeia produtiva, incluindo os setores de corte, costura e acabamento, como forma de reduzir custos e viabilizar os negócios”, informa Beto Preto.

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