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Estudo mostra crescimento econômico de Apucarana

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 Estudo mostra crescimento econômico de Apucarana
Estudo mostra crescimento econômico de Apucarana

Um estudo fechado nesta semana, tendo como fonte os números da arrecadação gerada pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMs), da Secretaria de Estado da Fazenda, mostra o crescimento econômico de Apucarana, a partir do desempenho do setor primário, da indústria e do comércio. Os números, tabelas de valores e os comparativos foram levantados pelo contabilista Mauro Severo Krinski, especialista em ICMs, que presta assistência tributária a Apucarana.

Conforme destaca Krinski, no ano de 2014 Apucarana teve um crescimento econômico de 10,06%, enquanto o Estado evoluiu apenas 4,70% na receita do ICMs. “Neste mesmo período, o setor primário de Apucarana cresceu 21,3% e o Paraná 7,92%; a indústria do município avançou 3,01% e o estado 2,45%; e por fim, o comércio de Apucarana cresceu 15,66%, enquanto no Paraná o setor avançou 5,40%”, informa o contabilista. Com base na evolução da arrecadação, Mauro Severo Krinski revela que neste ano de 2015 Apucarana garantiu um crescimento de 3,26% em relação ao ano anterior. “Para 2016, o município terá um acréscimo de mais 1,17% em sua receita do ICMs. Já a média do crescimento dos 26 municípios do Vale do Ivaí em 2015 foi de 0,56%, mas para 2016 essa média terá uma queda de 1,28% na região”, relata Krinski. 

Conforme explica o contabilista, com base nos números oficiais da Secretaria de Estado da Fazenda, em 2015 a média da arrecadação de ICMs dos 25 maiores municípios do Paraná apresentou uma queda de 1,69%. Para 2016 os mesmos municípios terão uma nova queda de 1,45%. “Nestes mesmos dois anos, Apucarana acumulará evolução de 4,43% na arrecadação do ICMs”, avalia ele, acrescentando que a cidade está crescendo acima da média do estado e também acima da média dos maiores municípios. Mauro Severo Krinski revela que em 2015 Londrina apresentou um crescimento na arrecadação do ICMs de 0,32%; e que para 2016 o avanço será de 0,83%. Já no caso de Maringá, o crescimento foi de 1,30% em 2015; e em 2016 a cidade terá uma queda de 3,96% na arrecadação. O especialista em ICMs, atribui a boa performance e evolução de Apucarana à diversificação de sua economia. “A cidade tem uma indústria forte nos setores de confecção, couro e processamento de cereais. A agricultura também tem várias vertentes positivas como a avicultura, soja, milho, trigo e café; e o comércio polariza uma grande região consumidora”, argumenta Krinski.

Segundo ele, o levantamento da situação econômica de Apucarana tem como base os contribuintes inscritos no ICMs, bem como os bons resultados dos produtores rurais, conforme atestam dados oficiais da Secretaria da Fazenda do Paraná. Beto Preto se diz entusiasmado com os números Ao avaliar o estudo de evolução do ICMs de Apucarana, o prefeito Beto Preto manifesta-se otimista em relação à performance econômica do município. “Estamos avançando de forma gradativa, criando um ambiente propício para o crescimento em vários setores da economia”, avalia. Beto Preto enumera alguns pontos positivos, que têm repercussão na economia de Apucarana. Entre eles, o prefeito destaca o novo Plano Diretor, que abriu novas áreas para a verticalização na construção civil. “Isso é um diferencial na geração de emprego e renda, além de movimentar a cadeia de insumos no comércio e muitos prestadores de serviços”, pondera. A agricultura estava relegada a um segundo plano no município. “Para nós isso era inadmissível, pois historicamente Apucarana sempre avançou a partir do setor primário. Criamos a Secretaria da Agricultura e com programas como o Terra Forte estamos garantindo o apoio necessário aos produtores rurais, notadamente na avicultura e fruticultura”, argumenta o prefeito.  Segundo ele é preciso reconhecer a força e o trabalho desenvolvido pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços (Acia), do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana e Vale do Ivaí (Sivale), do Sindicato do Comércio Varejista de Apucarana (Sivana) e do SEBRAE. “São ações vigorosas que tem o nosso apoio integral e que focam principalmente no fortalecimento e maior competitividade do nosso polo de vestuário”, avalia.

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