Apucarana

Rapaz acaba condenado em júri realizado em Apucarana

Da Redação ·
Rapaz é condenado em júri realizado em Apucarana a seis anos e três meses de prisão em regime semiaberto - Foto: José Luiz Mendes
Rapaz é condenado em júri realizado em Apucarana a seis anos e três meses de prisão em regime semiaberto - Foto: José Luiz Mendes

 O Tribunal do Júri condenou na quinta-feira (10), em julgamento no Fórum Desembargador Clotário de Macedo Portugal, na Comarca de Apucarana, José Augusto Machado Neto, de 24 anos, a seis anos e três meses de prisão em regime semiaberto (trabalhar durante o dia. Ele foi considerado culpado de participar do assassinato de Evandro Henrique do Amaral, de 19 anos, ocorrido na noite de 26 para 27 de março de 2011, nas proximidades do viaduto sobre a linha férrea na Avenida Minas Gerais (local limítrofe com a Avenida Brasil), na zona norte de Apucarana. Evandro foi morto a tiros por três menores "contratados pelos mentores do crime. Conforme fontes da Judiciário, ele respondia o processo em liberdade e vai continuar em liberdade porque no interior do Paraná não há unidade prisional do gênero. Atualmente José Augusto reside em Pouso Alegre (MG) e se no interior daquele Estado houver unidade prisional para condenados no semiaberto José Augusto poderá cumprir a pena em MG.


De acordo com denúncia oferecida pelo Ministério Público (MP), José Augusto participou como mentor do homicídio que vitimou Evandro Henrique do Amaral junto com Paulo César Bernardo, o "Paulinho", de 22 anos, que já foi condenado em júri realizado no dia 5 de dezembro de 2014 a 17 anos, dois meses e 25 dias de prisão em regime fechado.

Ainda segundo a denúncia do MP, Paulinho e José Augusto Machado Neto convenceram três menores a matar Evandro a tiros "por motivo torpe e com emprego de dissimulação e tortura". Os dois também teriam fornecido carro e arma de fogo para a prática do homicídio. Evandro foi morto após ser "convidado" pelos menores para assaltar o Posto Juninho. 

O júri popular foi presidido pelo juiz Oswaldo Soares Neto. Na acusação trabalhou o promotor Gustavo Marcel Fernandes Marinho e na defesa atuou o advogado Danilo Freire.

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