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Mato em terrenos vazios causa transtornos para moradores

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O clima chuvoso é sinônimo de transtorno para quem mora perto de áreas verdes ou terrenos baldios. A combinação umidade e calor faz o mato crescer com mais rapidez, criando um verdadeiro problema diante das inúmeras reclamações de moradores. Em média, a Secretaria Municipal de Serviços públicos de Apucarana recebe 12 denúncias por dia de da falta de manutenção de terrenos. No ano passado, estas ligações culminaram na limpeza de 700 lotes particulares. O serviço custa R$ 1,15 por metro quadrado e será acrescentado no carnê do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) deste ano. 

“No frio o mato entra em uma espécie de hibernação. Quando o clima estabiliza ele retoma o crescimento. Em épocas de chuva chega a crescer de 3 a 4 centímetros por dia”, informa o diretor de Serviços Públicos, Paulo Reis. Por enquanto, o serviço de capina e roçagem está voltado aos espaços públicos, porque parte do funcionalismo está em férias. A equipe ficará completa na próxima semana, quando a direção pretende intensificar os trabalhos e estender o serviço para terrenos particulares. “Isto exige uma manutenção rigorosa, mas a cidade é grande e o mato cresce muito rápido, atingindo até 2 metros de altura, sem a devida manutenção. Por isso, é preciso colaboração dos proprietários dos terrenos para que não esperem alguém denunciar e providenciem a capina sempre que necessário, pelo menos a cada três meses”, orienta Reis. 

Para a limpeza dos espaços públicos, a Prefeitura Municipal conta com uma equipe de 8 funcionários. A empresa terceirizada contratada pelo município disponibiliza outros 12 trabalhadores para roçagem de terrenos particulares. 

RECLAMAÇÕES - Moradores do Jardim América reclamam da fata de manutenção dos terrenos particulares do bairro. Ao lado da casa da doméstica Cleidiane Santiago Moreira, 22 anos, existe um terreno sem edificação, na esquina da Rua Emiliano Perneta com a Rua Ouro Verde. O mato se alastrou cobrindo a calçada, local propício para a proliferação de animais peçonhentos. “À noite os bichos saem e vão para o meu quintal que fica cheio de baratas e pernilongos”, diz.  Um terreno do Jardim Ponta Grossa, na esquina da Rua Carlos Cavalcanti com a Rua Paranaguá, também tem causado transtornos. “Na minha casa direto entram sapos e baratas. Meu vizinho já matou até uma cobra que saiu desse matagal”, relata a dona de casa Verônica Vieira.




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