Apucarana

Obras no ‘Pirapó’ não têm prazo para começar

Da Redação ·
Viapar estima aumento de 20% no movimento em rodovias do Paraná - Foto: Delair Garcia/Tribuna do Norte
Viapar estima aumento de 20% no movimento em rodovias do Paraná - Foto: Delair Garcia/Tribuna do Norte

A duplicação da BR-376 entre Jandaia do Sul e Apucarana, já concluída nos outros pontos, está há quase dois anos parada no trecho de acesso ao Distrito do Pirapó. As obras foram interrompidas por conta da desapropriação da área pelo Estado, que ainda não teve início. Além da duplicação, no trevo está previsto um viaduto, o que permitirá o cruzamento da rodovia e o acesso ao distrito em desnível.

continua após publicidade

Por meio da sua assessoria de comunicação, a Viapar, responsável pela obra, confirmou à Tribuna que a única pendência para o início da obra é a liberação de áreas que precisam ser desapropriadas, tarefa que cabe ao Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná (DER-PR), e que tão logo essas áreas sejam liberadas, a obra será retomada.

Ainda segundo a Viapar, a obra está parada desde dezembro de 2012 e não há como prever sua retomada, levando-se em consideração que depende do Estado a desapropriação. Um investimento de R$ 7 milhões está previsto para as obras de duplicação e a construção do viaduto. O trecho, na entrada do Pirapó, é a único entre Jandaia do Sul e Apucarana em que as obras não foram concluídas.

continua após publicidade

O subprefeito de Pirapó, Franscisley de Godoi, o Poim, relata que os moradores estão revoltados com o atraso da obra, que promete melhorar o acesso da população ao distrito e reduzir os acidentes. “Eles estão ameaçando fazer protestos e fechar a rodovia se o Estado não tomar alguma providência. A previsão era de que as obras estariam concluídas até dezembro e, até agora, não temos explicações. Está tudo parado”, conclui o subprefeito.

O DER, também via assessoria de comunicação, informou que recentemente saiu uma Portaria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) necessária para começar o processo de desapropriação, única pendência para retomada da obra.

O Departamento afirmou ainda que não há nenhuma ação judicial em andamento, e que a obra será reiniciada assim que a desapropriação for concluída, contudo, não divulgou prazo previsto para o retorno das obras.