Apucarana

Para jovens e idosos, comparecer às urnas é importante para o País

Da Redação ·
Mesmo na cadeira de rodas provisoriamente, José Rosa de Almeida, 70 anos, enfrentou as filas dos colégios eleitorais (Foto: Dirceu Lopes)
Mesmo na cadeira de rodas provisoriamente, José Rosa de Almeida, 70 anos, enfrentou as filas dos colégios eleitorais (Foto: Dirceu Lopes)

Enquanto alguns cidadãos nem pensam em votar, jovens e idosos mostram que comparecer às urnas é fundamental para o futuro do país e dão uma demonstração de cidadania. O voto é facultativo para quem tem 16 e 17 anos e para pessoas com mais de 70. No entanto, a aposentada Matilde Moor, 77 anos, faz questão de votar todos os anos. “Nunca faltei com meu compromisso de cidade”, diz orgulhosa. Por problemas de saúde, ela conta que o esposo José Pavan, 76 anos, não pode comparecer às urnas neste ano. 

Outro idoso que não deixou de cumprir o papel de cidadão é o motorista aposentado Luiz Rodrigues de Oliveira, 65 anos. Acompanhado de familiares, o apucaranense explica que se algum dia tiver que justificar o voto será por problemas sérios. “Fico feliz em poder ajudar na escolha dos governantes”, observa. 

Mesmo na cadeira de rodas provisoriamente, o bancário aposentado José Rosa de Almeida, 70 anos, enfrentou as filas dos colégios eleitorais e confirmou suas escolhas nas urnas. “Além de cumpri meu papel de cidadão, votar virou um costume e enquanto puder estarei ativo nesta área”, explica.

O costureiro Valdeir Lima de Araújo também votou em uma das 18 seções do Cerávolo. Ele tem perna mecânica e há 4 anos usa muleta. Antes, ele votava no andar de baixo do colégio, mas conseguiu transferir para o andar de cima. “Com a rampa ficou fácil e não tem dificuldade que impeça de eu vir exercer meu direito”, relata.

PRIMEIRO VOTO 
A estudante de Enfermagem, Larissa Bocardi, 22 anos, comemora o primeiro voto e oportunidade de opinar por um país melhor. A jovem adiou o voto por dois anos e em 2013 teve que justificar. Agora, acreditando estar mais preparada, sonha com um Brasil melhor. “Tudo pode mudar e sei que os jovens fazem a diferença nesta mudança”, observa. 

Aos 19 anos, o estudante de Letras e Inglês, Nivaldo Krachinski Júnior, adiou a votação por um ano por acreditar que ainda não estava preparado. “Votar é algo sério”, reforça. Para o jovem, as expectativas para o primeiro votos são as melhores e os candidatos estão na ponta da língua. “Vim preparado para cumpri meu papel de cidadão”, explica. 

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