Apucarana

Filas de veículos irritam motoristas apucaranenses

Da Redação ·
Longas filas, em horários de pico, preocupam motoristas -
fonte: Foto: Sérgio Rodrigo
Longas filas, em horários de pico, preocupam motoristas -

Quem precisa dirigir pelas ruas de Apucarana em horários de pico sabe que alguns pontos da cidade necessitam do dobro de paciência. Isso porque, em algumas ruas, o tráfego é quase impossível. A Prefeitura reconhece os problemas e já identificou pontos críticos, prometendo modificações pontuais na malha viária.

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A entrada do Núcleo Afonso Alves de Camargo, na zona norte da cidade, é um exemplo. A longa fila de veículos à espera da abertura do semáforo, formada na lateral da pista, chega a atrapalhar o tráfego na rodovia. Amanda Volpato, moradora das proximidades, passa pelo local todos os dias. “É um sofrimento em horários de pico. O semáforo demora a abrir e fica pouco tempo aberto para quem quer entrar no bairro”, afirma.

O motorista Alex Curty também reclama. “Trabalho aqui do lado e todo dia é a mesma coisa. Todos perdem muito tempo parados aqui, esperando”, diz.

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Outro ponto crítico é na Praça Duque de Caxias, próximo ao Colégio São José. A dona de casa Maria Amélia Silva mora em uma casa em frente à praça e aponta problemas. “Direto acontecem acidentes aqui. A Rua Severino Cerutti é muito movimentada e fica difícil para outros carros cruzarem ela. As filas de carro nas ruas transversais ficam imensas em horários de pico”, diz.

Nos dois locais, a Prefeitura estuda a implantação de rotatórias. Quem afirma é o superintende de trânsito Silnei Bolonhezi. “Na ‘Duque de Caxias’ há espaço de sobra para ser feita uma boa rotatória. Já na entrada do ‘Afonso’, a ideia já foi apresentada a engenheiros da Viapar e está sendo estudada”, disse.

O que está certo é a instalação de dois semáforos na Avenida Brasil (prosseguimento da Avenida Minas Gerais) em pontos também críticos em horários de pico. Eles serão colocados na altura da Rua Deolindo Massambani e Avenida Central do Paraná. Os postes já foram instalados e, em 30 dias, devem estar com os aparelhos em funcionamento.

Segundo Bolonhezi, uma das dificuldades em organizar o trânsito é a configuração do município. “Apucarana não é totalmente planejada. Se você olhar no mapa, verá que a cidade não é ‘quadriculada’. Além disso, o relevo também é outro fator que dificulta o planejamento. Estamos implementando melhorias à medida que observamos os problemas, sobretudo para dar segurança ao apucaranense. O que também temos buscado é uma mudança nos hábitos do motorista, fazendo com que ele trafegue por vias alternativas para fugir desses pontos críticos”, diz.