Apucarana

Preço do gás de cozinha aumenta 11,1% na região - Veja vídeo

Da Redação ·
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fonte: Foto: Sérgio Rodrigo
Preço do gás de cozinha aumenta 11,1% na região - Veja vídeo

As distribuidoras e revendas de gás de cozinha estão começando a repassar os novos preços do produto ao consumidor. Na região, o preço do botijão de 13 quilos, o mais tradicional nas cozinhas residenciais, subiu 11,1%, indo de R$ 45 para R$ 50. Em Apucarana, novos preços já são praticados desde segunda-feira (01). Já em Arapongas, maioria das revendas começa hoje a trabalhar com o preço reajustado.

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O aumento ficou maior do que a inflação dos últimos 12 meses, que foi de 6,52%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa no mês passado do sindicato da categoria era de um reajuste que ficaria entre 15% e 18%. No entanto, o repasse ficou menor, já que as distribuidoras amortizaram o valor, principalmente do dissídio coletivo dos trabalhadores da categoria.

“Como o gás só é reajustado uma vez por ano, esse aumento envolve custos do frete, combustível, energia, impostos e outros insumos que compuseram a planilha de custos da revenda dos últimos 12 meses”, diz a presidente do Sindicato das Empresas de Atacado e Varejo de Gás Liquefeito de Petróleo de Maringá (Sinegás), Sandra Ruiz.

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O dissídio coletivo da categoria ficou em 15%. O funcionário de uma revenda de gás de cozinha de Apucarana, Hélio Fornaro, explica que o reajuste já estava previsto. “O que mais impacta no aumento é o dissídio coletivo dos funcionários. Mas na cidade temos muitas empresas pequenas, com poucos funcionários. Por isso, o impacto poderá ser minimizado”, explica ele.

Já a proprietária de uma revenda de Arapongas, Denise Corrêa, se mostrou insatisfeita com o reajuste. “É difícil prever se teremos queda nas vendas. Ainda é muito cedo. Mas realmente o aumento foi muito grande de uma hora para outra”, diz ela.

Denise ainda tem esperanças do preço baixar. “No início do ano era para ter acontecido um reajuste, mas foi segurado pelas distribuidoras. Quem sabe não diminuem o repasse mais para frente?”, sugere ela.