Apucarana

CMEI do Jardim América tem tecnologia inovadora

Da Redação ·
Com toda a base de concreto pronta e as paredes levantadas, o atual estágio da obra – executada pela Casa Alta Construtora (Curitiba) -, foi vistoriada hoje pelo prefeito Beto Preto - Foto: Edson Denobi
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Com toda a base de concreto pronta e as paredes levantadas, o atual estágio da obra – executada pela Casa Alta Construtora (Curitiba) -, foi vistoriada hoje pelo prefeito Beto Preto - Foto: Edson Denobi

Apucarana está ganhando a primeira de quatro novas unidades de Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI). A obra no Jardim América, ao lado da Escola Municipal Karol Kober, foi iniciada em novembro de 2013 e deve estar concluída até junho.

No prédio de 1.200 metros quadrados estão sendo investidos R$ 1.492.945,14 (Um milhão, quatrocentos e noventa e dois mil, novecentos e quarenta e cinco reais e quatorze centavos). Os recursos são do Governo Federal, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com contrapartida da Prefeitura de Apucarana.

Com toda a base de concreto pronta e as paredes levantadas, o atual estágio da obra – executada pela Casa Alta Construtora (Curitiba) -, foi vistoriada hoje pelo prefeito Beto Preto. Ele estava acompanhado do vice-prefeito Junior da Femac, do superintendente de obras engenheiro Herivelto Moreno e os vereadores Aurita Bertoli e Luiz Magalhães.

“Nesta obra está sendo empregada uma tecnologia inovadora, com paredes de superfícies em PVC (interna e externa), reforçadas com ferro e concreto no seu interior”, informa o prefeito Beto Preto. Segundo ele, os materiais pré-fabricados reduzem o tempo de execução e o custo da obra. Trata-se de obra ecológica e, com tais vantagens, o governo federal já contratou a construção de 5 mil unidades deste tipo.

“Em Apucarana, além da creche do Jardim América, com capacidade para atender 180 crianças, vamos começar a construir ainda neste ano, mais três unidades no Sanches dos Santos, Jardim Catuaí e no Núcleo Afonso Camargo, estas três últimas com suporte para abrigar 60 crianças cada uma”, revela Beto Preto.

O mestre de obras da empreiteira Casa Alta, Marcos Roberto Chagas, explica que com esta tecnologia a obra fica mais prática e rápida. “Estamos utilizando apenas 15 operários, onde pelo sistema convencional seriam necessários ao menos 50 trabalhadores”, informa ele.

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