Apucarana

PRF reforça fiscalização das rodovias no feriadão

Da Redação ·
Expectativa de aumento no fluxo de veículos é de 17% na BR-376
fonte: Sergio Rodrigo
Expectativa de aumento no fluxo de veículos é de 17% na BR-376

Começou na madrugada desta quarta-feira (29) a Operação Corpus Christi 2013 da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Serão priorizadas ações voltadas para a educação de trânsito, visando a redução de acidentes nas rodovias federais do Paraná. A operação vai até a meia-noite de domingo(02).

Devido à chegada do inverno, os meses de maio e junho são marcados pela maior incidência de chuvas e neblinas. Esses fenômenos exigem uma maior atenção por parte dos usuários da rodovia, tendo em vista que a visibilidade diminui e o risco de acidentes fatais aumenta consideravelmente.

“Estaremos principalmente voltando as nossas ações à ultrapassagem indevida, abuso de velocidade, ingestão de bebidas alcoólicas por motoristas e o não uso de cinto de segurança. Essas são as principais causas de acidentes graves”, explica o inspetor da PRF, Júnior César Cavalcanti.

No mesmo feriado do ano passado, foram registrados 265 acidentes, com 162 feridos e 18 mortes. De modo a diminuir esses números, a PRF mais uma vez vai intensificar a fiscalização das principais causas de acidentes: o excesso de velocidade, as ultrapassagens proibidas e a alcoolemia.

Segundo dados do Planejamento de Tráfego da concessionária Rodonorte, são aguardados 55,8 mil veículos circulando de quarta a segunda-feira na BR-376, entre Apucarana e Ponta Grossa. Este índice representa um aumento de 17% em comparação a um período sem feriados.

RODOVIAS ESTADUAIS - Já o Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv) começa às 14h de hoje a operação “Corpus Christi”. O trabalho segue até as 12h de segunda-feira (03). Além do efetivo normal, cerca de 170 policiais militares participarão do monitoramento das rodovias paranaenses. “O intuito é combater as infrações de trânsito. Por isso, as fiscalizações serão realizadas em pontos críticos, onde já ocorreram três ou mais acidentes”, explica o capitão Cristiano Mota.

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