Apucarana

Após dois anos, mistério ainda envolve morte de comerciante

Da Redação ·

O assassinato do comerciante Benedito Chorates, de 68 anos, conhecido como Ditinho, ocorrido no início da manhã do dia 5 de novembro de 2010, na própria residência dele, à Rua Osvaldo Cruz, próximo ao templo budista de Apucarana (área central da cidade), continua sem elucidação. Ditinho foi morto com três tiros na porta de casa por uma pessoa ainda não identificada De acordo com laudo de necropsia do Instituto Médico Legal (IML), Ditinho acabou alvejado por três disparos de arma de fogo calibre 32. Dois projéteis perfuraram o tórax e um a mão esquerda do comerciante. O assassino fugiu sem ser identificado. "Na época do crime não descartamos as hipóteses de latrocínio (roubo seguido de morte), pois recebemos a informação de que havia sumido dinheiro da residência da vítima, mas as investigações não evoluíram", disse o investigador Roberto Francisco dos Santos, spurintendente da 17ª SDP à época do fato. De acordo com o policial, Ditinho foi assassinado por volta das 7h30, mas o corpo só acabou localizado por volta das 8h30. O comerciante aposentado era viúvo e deixou dois filhos e dois netos.

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Alguns dias após o homicídio, a Polícia Civil cumpriu mandado de busca e apreensão na casa de um familiar de Chorates que residia em Terra Boa, mas nada que pudesse levar à elucidação do assassinato foi encontrado na moradia.

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"O Ditinho era uma pessoa boa e religiosa e tinha muitos amigos. Esse crime chocou a todos que o conheciam e é preciso que seja feita Justiça", afirmou o autônomo José Carlos Firmino. O inquérito relativo ao caso encontra-se arquivado na 17ª Subdivisão Policial (SDP). O delegado chefe na época do assassinato era Gabriel Marcelo Botelho Junqueira Filho, que faleceu em Salvador (BA), em 15 de julho desta ano, vítima de ataque cardíaco.