Apucarana

Arte urbana ganha expressão no grafite

Da Redação ·
Inácio Morais, que já foi pichador, fez do grafite uma profissão
fonte: Sérgio Rodrigo - da Tribuna do Norte - Diário do Paraná
Inácio Morais, que já foi pichador, fez do grafite uma profissão

As manifestações artísticas não obedecem convenções sociais nem técnicas. A arte, muitas vezes, causa espanto, indignação, fascínio, representa um pouquinho do artista e seu tempo. Com o grafite não é diferente. No século passado a técnica foi incluída no domínio das artes visuais, mas ainda hoje há quem confunde com pichação. Com o intuito de desmistificar a arte, o grafiteiro Estevam Inácio Morais, 31 anos, inicia hoje, em Apucarana, um curso de grafite.

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Segundo ele, a intenção é ensinar a história do grafite, da pichação e, principalmente, a diferença entre os dois termos. “A pichação é uma forma de protesto e, a mesmo tempo, de promoção pessoal e demarcação de território nos dias atuais. Já o grafite vai além. É uma maneira de se expressar sem poluir a cidade”, define.

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Leia a matéria completa na edição de sábado (20) da Tribuna do Norte - Diário do Paraná