Apucarana

PM detém dupla com crack em Apucarana

Da Redação ·
PM detém dupla com crack em Apucarana
fonte: Arquivo TN/Imagem ilustrativa
PM detém dupla com crack em Apucarana

Dois homens foram detidos por agentes do Serviço de Inteligência (P2) do 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM) com crack, no final da tarde de terça-feira (26), em via pública próximo a local que, segundo policiais, seria um ponto de venda de drogas na cidade (boca de fumo na linguagem do mundo do crime).

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A dupla acabou abordada na Rua Emílio de Menezes, no Jardim Ponta Grossa, na área Norte de Apucarana, após portar-se de maneira suspeita ao perceber a aproximação dos policiais.

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"Um dos detidos é apenas usuário de drogas, mas o outro  colocou um embrulho na cueca que continha duas pedras de crack in natura de tamanho significativo (10 gramas), que poderia render pelo menos mais 20 pedras pequenas do entorpecente. Os dois foram encaminhados à 17ª Subdivisão Policial (SDP) para que o delegado avaliasse o caso com a finalidade de decidir sobre qual o procedimento legal a ser tomado", afirmou o chefe da P2, tenente Éldison Martins do Prado.

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O tenente detalhou que um dos preso - Sérgio Gonçalves da Silva, de 31 anos, oriundo do Estado de São Paulo - tem extensa ficha criminal. "Ele já responde processo por roubo, receptação, aliciamento de menores, resistência à prisão, formação de quadrilha e tráfico de drogas e já havíamos recebido denúncias, inclusive pelo fone 0800-6431161 (ligação gratuita e anônima), dando conta que o Sérgio estava comercializando tóxicos na região do Jardim Ponta Grossa", detalhou o chefe da P2.

Mais de 50 - O oficial da PM acrescenta que só neste ano a polícia já deteve mais de 50 pessoas em Apucarana por algum tipo de suspeita relacionada ao tráfico e consumo de drogas ilícitas no município. Ele lembra que a pena para os condenados por esse tipo de crime varia de cinco a 15 anos de prisão.

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"Todos os entorpecentes são perniciosos ao ser humano e à sociedade, mas o crack é a praga pior, que precisa ser combatida com rigor redobrado e sem trégua, pois destroi a referência familiar, social, religiosa, financeira do usuário e o que é pior, acaba com a saúde do dependente químico e chega a desestruturar famílias, abridno verdadeiras chagas sociais", frisou Prado.