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Eleições 2022: TSE adverte que não vai tolerar violência política

Fachin disse ainda que a violência eleitoral é uma espécie de violência política e que também é preciso coibir a “desinformação como prática do caos”

Da Redação ·
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O presidente do TSE reafirmou que a Corte terá atuação rigorosa
fonte: TSE
O presidente do TSE reafirmou que a Corte terá atuação rigorosa

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, afirmou ,nesta terça-feira (26), que a Justiça Eleitoral não vai tolerar a violência como arma política nas eleições – e vai agir para combatê-la. 

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Fachin disse ainda que a violência eleitoral é uma espécie de violência política e que também é preciso coibir a “desinformação como prática do caos”. As declarações foram dadas em reunião com juristas no início da tarde.

“Não toleraremos violência eleitoral, subtipo da violência política. A Justiça Eleitoral não medirá esforços para agir, a fim de coibir a violência como arma política e enfrentar a desinformação como prática do caos”, afirmou.

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O ministro disse ainda que “o TSE não está só, porquanto a sociedade não tolera o negacionismo eleitoral”. Segundo Fachin, “o ataque às urnas eletrônicas como pretexto para se brandir cólera não induzirá o País a erro. Há 90 anos, criamos a Justiça Eleitoral para que ela conduzisse eleições íntegras e o Brasil confia na sua Justiça”.

O presidente do TSE reafirmou que a Corte terá atuação rigorosa. “Amarrada à Constituição e à institucionalidade, qual ‘Ulisses’ de Homero, a Justiça Eleitoral não se fascina pelo canto das sereias do autoritarismo, não se abala às ameaças e intimidações”, declarou.

O ministro reforçou que o TSE prepara “eleições pacíficas” e citou que “a agressão às urnas eletrônicas é um ataque ao voto dos mais pobres”.Ele disse ainda que o “quadro normativo para as eleições está estabilizado no prazo da lei. As instituições devem cumprir suas missões constitucionais”.

“O calendário eleitoral está em dia. A regra está dada. O TSE não se omitirá. A Justiça Eleitoral de todo o país não cruzará os braços”, reafirmou.

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