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Curisco Campoy
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PESQUISAS ELEITORAIS ENGANAM O ELEITOR OU OS POLÍTICOS?

Nas eleições, temos dois tipos de pesquisa: para eleitores e políticos. Será que elas realmente antecipam os resultados finais? No último domingo, não. Se na presidencial, ficaram dentro da margem de erro, nas demais, falhas gritantes.

Para o governo estadual, em São Paulo, o terceiro acabou em segundo, e no Rio de Janeiro, o segundo em quarto e o quarto em primeiro.

Para o senado, no Paraná, na véspera, Requião seria o mais votado e Beto Richa brigava pela segunda vaga. Votos contados, Requião fora e Richa em quinto lugar. Situações parecidas com Dilma, em Minas, e com Suplicy, em São Paulo. Erros sem punição e explicados com aquela velha desculpa: houve uma movimentação inesperada nas últimas horas.

(Pesquisa apontou Requião como o mais votado e Beto Richa brigava pela segunda vaga. Foto: reprodução)

Tem também as pesquisas internas que os políticos contratam, pagando caro para acompanhar seus desempenhos. Porém, mais dinheiro jogado fora com erros alarmantes. O político gosta de ser enganando ou contrata pesquisa para enganar? A reforma política tem de ser feita urgentemente para rever as pesquisas em época de eleição. Afinal, a única que acerta é a das urnas.

 

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Curisco Campoy
Curisco Campoy
Jornalista, Curisco integrou por 10 anos a equipe de Jornalismo da TV Globo Paraná, além de trabalhar com publicidade em grandes produtoras de São Paulo. Especializado em publicidade política, atua na área há 32 anos. Já trabalhou como diretor de Marketing em mais de 50 eleições municipais e estaduais.
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