Ratinho pai, a grande atração

Na confraternização oferecida pelo governador Ratinho Junior a profissionais de imprensa, de modo especial radialistas, sábado na Fazenda Ubatuba, em Apucarana, a grande atração foi mesmo o apresentador Ratinho que monopolizou a atenção das dezenas de pessoas presentes na propriedade da família. O governador Ratinho Junior, como se previa, levou a tiracolo seu candidato à sucessão, deputado federal Sandro Alex (PL) e candidato ao Senado, deputado Alexandre Curi (Republicanos). Entre as presenças, o destaque para o pai de Sandro, radialista Nilson Oliveira, de Ponta Grossa, de 84 anos, há quase setenta anos militando no rádio e pouco afeito a sair da casa, muito menos de sua cidade. Além de Sandro, Nilson é pai também do deputado estadual Marcelo Rangel, que agora pretende concorrer à Câmara Federal pelo PSD.
Mais assediado
Entre os parlamentares presentes na festa de Ratinho, o mais assediado foi o deputado federal e ex-secretário de Estado da Saúde, Beto Preto (PSD). Teve quem dele se aproximasse para lamentar “não ter sido ele o escolhido pelo governador para sucedê-lo”, mas Beto fazia questão de dizer que “Ratinho escolheu um bom nome e confiamos na vitória de nosso candidato”.
Pauta da Amuvi
O prefeito de Rio Branco do Ivaí e presidente da AmuviAssociação dos Municípios do Vale do Ivaí, Pedro Taborda, confirmou que os prefeitos da região estão elaborando uma nova carta de reivindicações para apresentar aos candidatos ao governo do Paraná. Segundo Taborda, a iniciativa segue modelo adotado em anos anteriores, mas reforça o apoio a Sandro Alex.
Apoio de prefeitos
Pelo menos três prefeitos do Vale do Ivaí participaram da festa de Ratinho Junior: Rodolfo Mota, de Apucarana, Paulo da Padaria, de Califórnia, e Givanildo Lopes, o Giva, de Mauá da Serra. Todos foram unânimes em reafirmar apoio ao candidato do governador, por entenderem que “o Paraná precisa ter sequência de um trabalho que vem colhendo bons frutos na economia”.
De olho nas chuvas
O prefeito de Apucarana, Rodolfo Mota, deve anunciar nos próximos dias um plano de ação para enfrentamento dos problemas causados pelas chuvas na cidade. Ele adiantou o assunto neste final de semana, quando da entrega de obra de drenagem na rua Rio dos Patos, um dos pontos severamente atingidos pelas enxurradas. A próxima obra vai beneficiar os residenciais Interlagos e Veneza.
Sidnei secretário?
Para não ter que votar na eleição da presidência da Câmara Municipal de Apucarana, o vereador Sidnei da Levelimp (MDB) estaria acertando sua ida para uma secretaria do Executivo, possivelmente à Cultura, já que faz parte da banda municipal. Sidnei, segundo um vereador, “estaria em maus lençóis por mau uso de um terreno doado a ele pelo município”. Será verdade?
MUITO OTIMISMO
Neste final de semana em Curitiba, o otimismo tomou conta de dois grupos políticos no lançamento de seus candidatos ao governo e Senado. No Jockey Club, a festa foi do senador Sérgio Moro e dos candidatos ao Senado Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo). Já o PDT e outros partidos de esquerda reuniram um bom número de pessoas para o lançamento do deputado estadual Requião Filho (PDT) como candidato ao governo do Estado e da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT) ao Senado.
Vapt Vupt
* O presidente do PT do Paraná, deputado Arilson Chiorato, soltou os cachorros contra o candidato do PL ao governo do Estado, Sérgio Moro, que teria ironizado a quantidade de público presente no evento petista, neste sábado.
* O vereador apucaranense José Airton de Araujo, o Deco, licenciado para comandar a Autarquia de Serviços Funerários, nega ter interesse em disputar a presidência da Câmara Municipal. Sua vontade é continuar na Aserfa.
* Não convidem para a mesma mesa os vereadores de Apucarana, Lucas Leugi (PSD) e Sidnei da Levelimp (MDB). O atrito entre eles pode pegar fogo. O pano de fundo teria sido a torcida de Sidnei para cassar o Lucas.
* Já está pronto o slogan da campanha do candidato ao governo do Paraná, Sandro Alex (PSD) apoiado pelo governador Ratinho Junior: “Paraná em paz, retroceder jamais”. É o contraponto às brigas políticas em Brasília.
