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ATUALIZADA - Governo discute emendas durante votação de denúncia contra Temer

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POLíTICA

ATUALIZADA - Governo discute emendas durante votação de denúncia contra Temer

LAÍS ALEGRETTI, BRUNO BOGHOSSIAN, DANIEL CARVALHO E RANIER BRAGON

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em busca de votos favoráveis ao governo, representantes do Planalto passaram a discutir emendas nesta quarta-feira (2) durante a sessão da Câmara que aprecia a denúncia contra o presidente Michel Temer.

O ministro tucano Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e o deputado Beto Mansur (PRB-SP) foram vistos com uma lista de emendas que, segundo a reportagem apurou, já foram liberadas aos parlamentares.

Deputados que pretendiam votar a favor do presidente Michel Temer também têm procurado o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), para cobrar promessas feitas pelo Planalto em troca do apoio.

No plenário, a reportagem presenciou o momento em que o líder do DEM, Efraim Filho (PB), abordou Ribeiro e o questionou sobre os "assuntos" da Paraíba, Estado dos dois parlamentares. Ribeiro respondeu que "está encaminhado". Os dois se abraçaram e sorriram.

O deputado Carlos Gaguim (Podemos-TO) foi à tribuna conclamar os ministros de Temer -vários deles no plenário- a continuar a liberar verbas para as emendas.

O governo exonerou dez ministros que são deputados federais para que eles pudessem voltar à Câmara e apoiar o Planalto na votação da denúncia.

LICENÇA MÉDICA

Durante a manhã desta quarta (2), quando aliados de Temer buscavam quorum para abrir a votação da denúncia contra o presidente, o deputado Beto Mansur (PRB-SP) ligou até para o colega Roberto Balestra (PP-GO), que disse estar de licença médica. Mesmo assim, pediu para para que ele fosse à Câmara.

"Que licença médica? Você está aqui perto? Consegue chegar em quanto tempo?", perguntava Mansur, ao telefone.

Michel Temer também abriu o gabinete presidencial durante a manhã para deputados governistas e oposicionistas. Em três horas, o peemedebista recebeu 19 parlamentares, de partidos como PSB, PSD e PR, cujas bancadas estão divididas na votação da acusação.

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