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Após uma semana de silêncio, Temer chama de 'ilegal' motim de PMs no ES

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POLíTICA

Após uma semana de silêncio, Temer chama de 'ilegal' motim de PMs no ES

GUSTAVO URIBE

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Uma semana após o início da onda de violência no Espírito Santo, que deixou até o momento 121 pessoas mortas, o presidente Michel Temer rompeu o silêncio e se pronunciou nesta sexta-feira (10) pela primeira vez sobre o motim da Polícia Militar.

Em nota divulgada pela Presidência da República, o governo federal chamou o movimento de "paralisação ilegal" e de "comportamento inaceitável" e disse que o direito à reivindicação "não pode tornar o povo brasileiro refém".

A reação tardia do presidente também ocorreu no massacre em um presídio no Amazonas, em janeiro, quando o peemedebista demorou três dias para se pronunciar sobre a morte de 56 pessoas.

"O estado de direito não permite esse tipo de comportamento inaceitável. O presidente conclama aos grevistas que retornem ao trabalho como determinou a Justiça e que as negociações transcorram dentro do mais absoluto respeito à ordem e à lei, preservando o direito e as garantias do povo que paga o salário dos servidores públicos", disse.

O Palácio do Planalto também informou que o presidente acompanha "desde os primeiros momentos" o ocorrido no Espírito Santo e que determinou o envio de 2.000 homens das Forças Armadas e da Força Nacional "para reestabelecer a lei e a ordem".

"O presidente tem se informado todos os dias com o governador Paulo Hartung (PMDB) e vai fazer todos os esforços para que o Espírito Santo retorne à normalidade o quanto antes. Agirá da mesma forma sempre que necessário, em todos os locais onde for preciso", disse.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, viaja para Vitória neste sábado (11) para discutir com o governo do Espírito Santo formas usadas em outros Estados para acabar com o motim de policiais militares e seus familiares.

Nesta sexta-feira (10), o governo estadual informou que 703 policiais foram indiciados por revolta, crime militar que prevê pena de 8 a 20 anos de prisão. Os secretários estaduais e os familiares não chegaram a um acordo.

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