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Crivella diz ver desespero em nova estratégia de Freixo

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POLíTICA

Crivella diz ver desespero em nova estratégia de Freixo

- Atualizado em 12/10/2016 19:35

ITALO NOGUEIRA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O senador Marcelo Crivella (PRB) afirmou nesta quarta-feira (12) considerar "desespero" a nova estratégia de seu rival na disputa pela Prefeitura do Rio, o deputado Marcelo Freixo (PSOL), de vinculá-lo ao ex-governador Anthony Garotinho (PR).

Propaganda do candidato do PSOL passou a listar acusações contra Garotinho e afirma que ele e Crivella estão aliados desde 2014, segundo turno da disputa pelo governo do Estado. "Vai deixar o Rio nessas mãos?", questiona a locutora do programa, em mudança de rumo revelada pela Folha.

"Não haverá participação de líderes religiosos da Igreja Universal aparelhando a prefeitura. Também não tenho compromisso com o Garotinho. Espero que esse assunto se encerre. Pode ser que não se encerre apenas no discurso desesperado do Marcelo Freixo (PSOL)", disse Crivella, ao receber apoio de Índio da Costa (PSD), candidato derrotado no primeiro turno.

O candidato do PSOL sinalizou que vai vincular Crivella a outro políticos com baixa popularidade em determinados setores, como o governador interino Francisco Dornelles (PP) e o deputado Julio Lopes (PP), ex-secretário estadual de Transportes.

"Garotinho e suas práticas foram expulsos da política do Rio. Além dele, o PMDB está entrando pela porta dos fundos [da campanha do Crivella]. E tem o PP do Dornelles, que não paga salário aos servidores", disse o deputado em comício em Madureira (zona norte).

A campanha de Freixo busca aumentar a rejeição a Crivella para, de um lado, retirar votos do senador, e, de outro, atrair indecisos e aqueles que pretendem votar nulo.

Com liderança folgada nas pesquisas de intenção de voto, Crivella recebeu o apoio de Índio. O deputado do PSD disse que decidiu sua posição após ter garantias de que a prefeitura não seria loteada por fiéis da Igreja Universal ou indicados da família Garotinho numa eventual gestão Crivella.

"O Rio não aguenta mais radicalismos. Agora é a hora do centro político se unir. Que o eleitor faça uma reflexão e que não retroceda às forças políticas do passado, que inclusive sofreram impeachment", disse Índio, que foi convidado a assumir uma função num eventual governo.

Freixo atribuiu o apoio do candidato derrotado do PSD a uma imposição do ministro Gilberto Kassab, presidente nacional do partido.

O candidato do PSOL teve a adesão de Jandira Feghali (PC do B) e Alessandro Molon (Rede) assim que passou para o segundo turno. Porém, ainda não fez nenhuma agenda ao lado dos dois.

"Não tenho apoio escondido. É que ainda não consegui combinar com eles", disse Freixo.

O PSB declarou apoio a Freixo. O PMDB, neutralidade, embora a maioria dos vereadores tenham se alinhado com Crivella. PSDB e Flávio Bolsonaro (PSC) orientaram seus seguidores a não votar no deputado do PSOL, sem explicitar apoio ao senador.

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