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Freixo assume 2º lugar na véspera da eleição no Rio; Crivella é líder

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POLíTICA

Freixo assume 2º lugar na véspera da eleição no Rio; Crivella é líder

- Atualizado em 02/10/2016 07:18

ITALO NOGUEIRA

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - A pesquisa Datafolha para a eleição para a Prefeitura do Rio mostra pela primeira Marcelo Freixo (PSOL) provavelmente isolado na segunda opção, na véspera da eleição. Ele registra 16% das intenções de votos válidos, contra 12% de Pedro Paulo (PMDB).

O levantamento também mostra mudanças importantes nas simulações de segundo turno. A vantagem do líder, o senador Marcelo Crivella (PRB), reduziu drasticamente em alguns cenários. Ele tem 32% das intenções de votos válidos no primeiro turno -uma queda de 4 pontos percentuais em relação à semana passada. É a primeira vez que um candidato no Rio aparece com maior probabilidade de estar na segunda colocação, segundo o Datafolha. Embora haja um empate técnico com Pedro Paulo no limite da margem de erro, o candidato do PSOL tem maior probabilidade de estar a frente, de acordo com o instituto.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Freixo subiu três pontos percentuais comparado ao levantamento do início da semana. O peemedebista oscilou negativamente dois pontos.

Outros dois candidatos também subiram neste intervalo. O deputado Índio da Costa (PSD) foi de 7% para 11%. O deputado Carlos Roberto Osório (PSDB) foi de 7% para 10%.

Eles assumiram a posição na lista de Flávio Bolsonaro (PSC) e Jandira Feghali (PC do B), que agora registram 8% e 7% respectivamente -ambos oscilaram negativamente dois pontos nas intenções de voto válido.

A pesquisa foi realizada na sexta-feira (30) e sábado. Foram entrevistados 2.159 eleitores.

O levantamento detecta a posição do eleitorado após a realização do debate da TV Globo. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados assistiram ao programa, sendo que 21% acompanhou todo o programa, enquanto 33% apenas uma parte.

Quatro entre dez eleitores (40%) não souberam dizer quem se saiu melhor no confronto. Para 14%, o melhor foi Crivella, seguido de Freixo (10%), Osório (8%), Índio (7%) e Pedro Paulo (5%).

SEGUNDO TURNO

O Datafolha registra também mudanças importantes nas simulações de segundo turno. A vantagem de Crivella caiu drasticamente em alguns cenários pesquisados.

A vantagem contra Freixo foi de 22 pontos percentuais no início da semana para 5. O candidato do PRB teria 42% contra 37% do adversário.

Contra Índio, a diferença a favor do senador caiu de 19 pontos para 2, um empate técnico (41% a 38%). No cenário com o peemedebista, o senador do PRB venceria, com 22 pontos percentuais a frente (47% a 25%) -eram 25 no início da semana.

Parte deste movimento pode ser explicado pelo aumento da rejeição a Crivella registrada na última semana. Segundo a pesquisa, 31% dos eleitores não votariam no candidato do PRB -no início da semana eram 25%.

Pedro Paulo é agora o segundo mais rejeitado, com 27%, em empate técnico com Jandira, com 24%. Já 12% do eleitorado afirma que não votaria em Freixo.

ESTRATÉGIAS

O resultado prejudica o discurso de Pedro Paulo para chegar ao segundo turno. Ao longo da semana, ele apostou numa estratégia de polarizar a disputa pela vaga no segundo turno com Freixo.

O objetivo era atrair eleitores de Índio, Osório e Bolsonaro. Contudo, os dois primeiros cresceram neste levantamento.

Outro argumento do peemedebista é ainda mais enfraquecido na pesquisa. Ele buscou se apresentar como o mais capaz de derrotar Crivella no segundo turno. Contudo, ele é o que tem o pior resultado entre Freixo e Índio.

O crescimento de Freixo se deu principalmente na faixa do eleitorado de maior renda (acima de dez salários mínimo). Neste grupo, o candidato do PSOL subiu 8 pontos percentuais, chegando a 25%.

Ele passou a liderar também na faixa logo abaixo, de cinco a dez salários mínimos. Ele subiu 4 pontos percentuais e agora tem 21% desta fatia do eleitorado.

Crivella lidera nas duas faixas mais pobres, maioria do eleitorado. Ele registra 36% entre eleitores com renda até dois salários mínimos e 29% entre os entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos.

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