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Dilma critica 'vazamentos seletivos' em investigações da Polícia Federal

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POLíTICA

Dilma critica 'vazamentos seletivos' em investigações da Polícia Federal

GUSTAVO URIBE E MARINA DIAS
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Em meio à divulgação do conteúdo da delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), a presidente Dilma Rousseff criticou publicamente nesta quinta-feira (3) o que chamou de "vazamentos ilegais e seletivos" e defendeu que a presunção de inocência não pode ser substituída pela "execração pública".
Em cerimônia de posse de novos ministros, a petista ressaltou que não se pode condenar ninguém no país sem processo legal ou acusação formal e que deve-se evitar o "pressuposto de culpa", uma vez que a presunção de inocência "vale para todos".
"Continuaremos defendendo que a presunção de inocência não pode ser substituída pelo pressuposto da culpa e nem dar lugar à execração pública sem acusação formal. E também à condenação sem processo por meio de vazamentos ilegais e e seletivos", criticou.
Segundo informações publicadas pela revista "Istoé", o senador disse que a presidente usou sua influência para evitar a punição de empreiteiros, ao nomear o ministro Marcelo Navarro para o STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Ele também disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mandou comprar o silêncio de Nestor Cerveró e de outras testemunhas.
Na cerimônia de posse, a presidente afirmou ainda que os casos de corrupção no país estão sendo apurados pela Polícia Federal "livremente" e "sem pressões" e que o governo federal não tem imposto barreiras ou engavetado investigações.
"O combate à corrupção continua sendo uma prioridade em meu governo e nenhum governo realizou um enfrentamento tão duro e eficiente como o meu. E continuará sendo assim", disse.
Em relação estremecida com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidente fez questão de elogiar publicamente o novo ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), José Eduardo Cardozo.
Segundo ela, o governo federal não pode prescindir do ex-ministro da Justiça, que deixou o cargo por pressões de petistas e de seu antecessor no Palácio do Planalto.
A presidente deu posse nesta quinta-feira (3) a Wellington Silva como novo ministro da Justiça, a José Eduardo Cardozo como novo ministro da AGU e a Luiz Navarro como novo ministro da CGU (Controladoria-Geral da União).

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