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Alckmin nega que PSDB tenha rachado com prévias e minimiza críticas

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POLíTICA

Alckmin nega que PSDB tenha rachado com prévias e minimiza críticas

VENCESLAU BORLINA FILHO, ENVIADO ESPECIAL
HORTOLÂNDIA, SP (FOLHAPRESS) - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), negou nesta quarta-feira (2) que o partido esteja rachado devido às prévias para escolher o candidato tucano à Prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano.
Ele minimizou as críticas de tucanos ilustres depois de ter classificado de "absurdamente ridícula" a acusação de abuso de poder econômico feita contra o pré-candidato João Doria, apoiado por Alckmin.
O governador não quis comentar a acusação do fundador do PSDB e ex-deputado federal Arnaldo Madeira de que estaria usando a máquina do governo paulista para favorecer a candidatura de Doria.
Em entrevista à Folha de S.Paulo nesta quarta, Madeira fez duras críticas e acusações contra Alckmin -uma delas de que ele se afasta do histórico do PSDB para assumir um comportamento "autoritário".
"Tenho grande apreço pelo Madeira, que, aliás, foi meu secretário da Casa Civil durante quatro anos", respondeu Alckmin, após cerimônia de inauguração do novo prédio do fórum de Hortolândia (a 109 km de São Paulo).
"Não há divisão [no PSDB em razão das prévias]. A prévia é o sistema mais democrático de escolha de candidaturas, porque você precisa escolher um. Partido forte tem mais de um candidato", disse, citando as primárias nos Estados Unidos como exemplo.
DE SAÍDA
Questionado se está deixando o PSDB -o PSB, partido do vice-governador paulista Márcio França, está de portas abertas para recebê-lo-, o governador negou e disse que não pretende sair do partido.
Geraldo Alckmin também foi questionado sobre denúncia de que seu atual secretário da Casa Civil, Edson Aparecido, teria comprado um apartamento em região nobre de São Paulo com valor abaixo do mercado.
O Ministério Público investiga suspeitas de enriquecimento ilícito do secretário. O imóvel foi adquirido em 2007, quando Aparecido era deputado federal, de um empresário com contratos milionários com o governo paulista.
"Isso foi em 2007. Portanto, vai fazer quase dez anos. Ele [Edson Aparecido] nem participava do governo, era deputado federal. Ele [secretário] disse que vai processar o jornalista e vai prestar todos os esclarecimentos", afirmou Alckmin.
O tucano brincou ao responder a um jornalista o que achava dos pedalinhos no sítio frequentado pela família do ex-presidente Lula, em Atibaia (a 64 km de São Paulo). "Eu disse que o Lula está sitiado", afirmou, sorrindo.

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